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Ucrânia. Mísseis russos fazem 18 mortos em Odessa

01 jul, 2022 - 02:39 • Redação com Agências

O ataque decorreu na madrugada desta sexta-feira e provocou ainda 30 feridos. Entre eles estão quatro crianças.

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Pelo menos 18 pessoas morreram e mais de 30 ficaram feridas num ataque com mísseis a 80 quilómetros de Odessa, anunciou o porta-voz da administração da região do sul da Ucrânia.

O ataque a um prédio residencial e um centro recreativo em Odessa fez 18 mortos esta sexta-feira. De acordo com o governador desta região, há duas crianças entre as vítimas mortais.

As equipas de socorro já resgataram oito pessoas dos escombros.

"Até às 9h, 18 vítimas mortais foram identificadas, incluindo duas crianças, e 31 pessoas hospitalizadas, incluindo quatro crianças e uma mulher grávida. Outras oito pessoas procuraram cuidados médicos e oito foram resgatadas dos escombros, incluindo três crianças. O trabalho de resgate continua", escreveu no Telegram.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, reitera o pedido de mais armas. Na sua habitual comunicação noturna refere que a “superioridade do armamento dos ocupantes ainda é muito sentida”, acrescentando que as tropas russas “já retiraram tudo das suas reservas para atingir as regiões de Lugansk e Donetsk”, ao mesmo tempo que reconhece ser ainda “difícil” e “extremamente complicada”, a situação no Donbass.

Na mesma mensagem assinala como uma vitória a saída das tropas russas da Ilha da Serpente, enquanto Moscovo fala num “gesto de boa vontade”, para permitir facilitar a exportação de cereais.

“Sem sombra de dúvida, a palavra do dia é serpente. Talvez só tenha havido tanta discussão sobre a serpente no dia em que o navio russo chegou lá. Depois, o navio saiu para sempre. Agora a ilha é livre outra vez”, afirma o Presidente ucraniano que entende tratar-se de “um ponto estratégico que muda significativamente a situação no Mar Negro”.

Volodymyr Zelenskiy confirmou ainda que a Ucrânia já começou a exportar eletricidade para a União Europeia. Mais uma medida para tentar diminuir a dependência energética de Moscovo.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro e a ofensiva militar já matou mais de quatro mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

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