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Paulo Rangel critica posição de Portugal sobre candidatura da Ucrânia à UE

16 jun, 2022 - 19:21 • Manuela Pires com Redação

França, Alemanha Itália defenderam esta tarde em Kiev a atribuição imediata à Ucrânia do estatuto país candidato à adesão à União Europeia.

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O eurodeputado do PSD, Paulo Rangel, diz que "não se compreende" a posição de Portugal de ser contra a atribuição imediata do estatuto de país candidato à União Europeia (UE), à Ucrânia.

"Portugal até podia ter a sua visão, que eu acho que é errada, mas não tinha de ser o campeão dessa corrente", critica, ouvido pela Renascença.

França, Alemanha Itália defenderam esta tarde em Kiev a atribuição imediata à Ucrânia do estatuto país candidato à adesão à União Europeia. Revelação feita plo presidente francês Emanuel Macron depois da reunião com o presidente ucraniano

Ora, Paulo Rangel considera que Portugal sai fragilizado na UE, depois desta tomada de posição.

"Foi uma semana muito infeliz para a diplomacia portuguesa. António Costa foi o campeão da hostilidade ao futuro europeu da Ucrânia. É impensável que a Ucrânia não tivesse estatuto de candidato", defendeu.

Comentários
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  • João Lopes
    17 jun, 2022 Porto 11:01
    António Costa não foi o campeão da hostilidade ao futuro europeu da Ucrânia, por maldade. Talvez tenha sido por ignorância ou falta de personalidade política...
  • Cidadao
    16 jun, 2022 Lisboa 21:23
    O António Costa, já percebeu que uma Ucrânia na UE, significam muitas verbas que não veem para nós, e mais um País a ultrapassar-nos em todos os indicadores, apesar de parcialmente destruído numa guerra. Então não quer que fique mais uma vez demonstrado a tristeza de País que somos ...
  • João Lopes
    16 jun, 2022 Porto 19:21
    Os socialistas não são de fiar. Estão mais preocupados com os temas fraturantes do que em resolver os problemas de Portugal e dos portugueses, quanto mais os da Ucrânia...
  • Rui Zinho
    16 jun, 2022 Chaves 18:57
    Confunde-se solidariedade com pragmatismo. Haja solidariedade com a Ucrânia, mas não as custas da UE. Antes da guerra, este era um pais pobre, com imensos problemas de corrupção e estabilidade. A Ucrânia e dos países que mais longe está dos critérios de adesão. Serão precisos anos para que se aproxime do estatuto de candidato, e décadas para que possa entrar. Um plano Marshall para a região seria mais apropriado, para reconstruir o pais, torná-lo mais forte estável e menos corrupto. Mas chega de trazer membros instáveis, venham estes dos Balcãs ou do antigo bloco Soviético.

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