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Mais de 170 militares integram Força Naval da NATO

25 mai, 2022 - 07:58 • Liliana Monteiro

O navio Corte Real parte esta quarta-feira para integrar missão da NATO até 16 de setembro. Comandada pelo capitão-de-fragata Luís Alberto do Carmo Falcato, a fragata vai andar pelo Báltico, Mar do Norte e Atlântico Norte.

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Portugal envia esta quarta-feira, e pela nona vez, a fragata Corte-Real com 176 militares a bordo para integrar a Força Naval Permanente da Aliança Atlântica, “Standing NATO Maritime Group 1 (SNMG1)”, que atua na zona do Báltico, Atlântico norte e mar do norte num programa de dissuasão e de defesa coletiva.

A partida da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, está marcada para o início da manhã.

A fragata é comandada pelo capitão-de-fragata Luís Alberto do Carmo Falcato, além da guarnição de militares prontos, leva a bordo também duas equipas do pelotão de abordagem do corpo de Fuzileiros e uma equipa de mergulhadores-sapadores.

A missão enquadra-se no âmbito da participação das Forças Armadas no domínio internacional desempenhando ações no âmbito da segurança cooperativa ou coletiva.

A Fragata Corte Real ajuda assim a “dotar a NATO de uma capacidade naval permanente e de disponibilidade imediata para conduzir operações militares para intervenção num largo espectro de atividades, na realização de atividades de parceria e interoperabilidade com países amigos e parceiros e no apoio às atividades de transformação no âmbito da formação, treino e desenvolvimento de doutrina tática aliada, proporcionando uma variedade de opções de resposta militar, tanto para as operações em curso, como para situações de contingência”, explica o Estado Maior General das Forças Armadas em comunicado (EMGFA).

Atualmente a missão é comandada pelo Comodoro Ad van de Sande, da Marinha Real dos Países Baixos, sendo composto pelo navio-almirante HNLMS De Zeven Provinciën (Países Baixos) e pelos navios HMCS Halifax (Canadá), FGS Erfurt (Alemanha), HNLMS Karel Doorman (Países Baixos) e FGS Spessart (Alemanha).

A cerimónia será presidida pelo secretário de Estado da Defesa Nacional, Marco Capitão Ferreira, contando igualmente com a presença do chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Gouveia e Melo, entre outras entidades.

No dia 1 de Junho será a vez de uma força de Fuzileiros, de uma equipa de mergulhadores- sapadores e um elemento de Operações Especiais iniciarem missão na Lituânia. Ao todo 146 militares, 30 viaturas vão estar destacados por três meses. Esta será a quarta vez que os Fuzileiros estarão na Lituânia para reforçar a capacidade de dissuasão e resposta da aliança face a potenciais ameaças.

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