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Presidente ucraniano apela ao cessar-fogo e diz que o país está sozinho

25 fev, 2022 - 06:41 • Carla Caixinha com agências

Volodymyr Zelensky acusa Moscovo de atingir alvos militares, mas também civis e garante que não vai sair de Kiev.

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Tropas russas entram em Kiev. Presidente ucraniano pede ajuda e diz ser "alvo número 1"
Tropas russas entram em Kiev. Presidente ucraniano pede ajuda e diz ser "alvo número 1"

“Estamos a defender o nosso país sozinhos, tal como ontem, enquanto as nações poderosas observam de longe.” O Presidente ucraniano volta a aparecer numa gravação onde deixa críticas e apela ao cessar-fogo.

Fomos deixados sozinhos a defender o nosso país. Quem está pronto para lutar ao nosso lado? Não vejo ninguém. Quem quer dar à Ucrânia a garantia de pertencer à NATO? Todos têm medo.”

Segundo Volodymyr Zelensky, as sanções avançadas pelos Aliados não demoveram Moscovo. “Nós ouvimos no céu e vemos no terreno que não são suficientes.”

Nesta comunicação o Presidente ucraniano apelou a um cessar-fogo. A falar em ucraniano e em russo, Zelensky afirmou: "A Rússia terá de falar connosco mais cedo ou mais tarde sobre o fim das hostilidades".

"Quanto mais cedo essa conversa começar, menores as baixas russas serão", acrescenta, garantido que as tropas ucranianas vão defender o país até esse cessar-fogo ser estabelecido.

Zelensky garantiu que não sair da capital, apesar de saber que é o "alvo n.º1" .“Continuo na capital, a minha família também esta na Ucrânia. Na minha família não há traidores, apenas cidadãos ucranianos. Segundo as nossas informações, o inimigo apontou-me como alvo número um, e a minha família como alvo número dois. Querem destruir o nosso país politicamente, através da eliminação do chefe de Estado.”

Em termos de balanço avançou que 137 ucranianos morreram, civis e militares, e que outros 316 ficaram feridos no conflito.

O chefe de Estado decretou ontem a mobilização geral da população sujeita a "recrutamento militar e reservistas" para combater a invasão russa.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar em território da Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocou pelo menos meia centena de mortos, 10 dos quais civis, em território ucraniano, segundo Kiev.

Putin disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa "desmilitarizar e desnazificar" o seu vizinho e que era a única maneira de o país se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário, dependendo dos seus "resultados" e "relevância".

O ataque foi de imediato condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU.

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  • Cidadao
    25 fev, 2022 Lisboa 14:01
    A Ucrânia que não conte nem com o Ocidente, nem com a NATO. O Ocidente, está comprometido com negócios com a Rússia e teme que se apertar muito, a China substitua a UE como parceiro comercial e lá se vão os negócios e a NATO suspirou de alívio por saber que a Ucrânia, País atacado, não pertence à NATO. 2 perguntas: Entre aqueles que querem liberdade e valores ocidentais mas estão perto das fronteiras da Rússia, depois do "apoio" que o Ocidente deu à Ucrânia, quem é que "se passa para o nosso lado"? 2ª pergunta: quem é o próximo País a ser "desnazificado", leia-se invadido?
  • EU
    25 fev, 2022 PORTUGAL 10:24
    Os Ucranianos estão sozinhos. Então COMUNISTAS Portugueses, onde estão os AGRESSORES? Há tanto tempo que digo. Ser COMUNISTA é procurar o CÃOS para um País, pois quanto PIOR melhor. Já se esqueceram do que se passou em Angola a seguir à Independência? Afinal o DITADOR, o SANGUINÁRIO está dentro das PRÓPRIAS portas.

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