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Covid-19: França com mais infeções e mais doentes nos cuidados intensivos

30 out, 2021 - 23:01 • Lusa

Os números diários indicaram 22 mortes em hospitais nas últimas 24 horas, fazendo ascender a 117.671 o total de vítimas mortais da pandemia em França, desde março de 2020.

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França está a viver um agravamento da pandemia de covid-19, com um número crescente de infeções e de doentes nos cuidados intensivos, após vários meses de descidas progressivas e de estabilidade nos números.

O país registou nas últimas 24 horas 7.360 novos casos da doença, após várias semanas no intervalo entre 3.500 e 5.500 casos diários, o que elevou o total de infeções para 7,16 milhões desde o início da pandemia, segundo dados hoje divulgados pelas autoridades da saúde francesas.

Os números diários indicaram 22 mortes em hospitais nas últimas 24 horas, fazendo ascender a 117.671 o total de vítimas mortais da pandemia em França, desde março de 2020.

A taxa de incidência a sete dias aumentou para uma média de 56,9 casos por 100.000 habitantes na última semana, acima dos 50 que representam um nível de alerta.

“O pico pandémico confirma-se”, indicou a agência nacional de saúde francesa, sublinhando que se registaram aumentos nas hospitalizações e no número de doentes nas unidades de cuidados intensivos.

Os doentes nos cuidados intensivos no país são atualmente 1.039, depois de se registar um mínimo de 1.007 no passado dia 23 de outubro.

Também está a aumentar a taxa de testes positivos realizados, situando-se já em 1,9% nos últimos sete dias, em contraste com o valor de 1% registado nos últimos meses.

A covid-19 causou pelo menos 4.979.103 mortes em todo o mundo, entre mais de 245,47 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse, com base em dados oficiais.

Em Portugal, morreram, desde março de 2020, 18.156 pessoas e foram contabilizados 1.089.888 casos de infeção, de acordo com dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

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  • Maria
    31 out, 2021 Palmela 10:32
    Nao se importam de me explicar quem e marina ferreira a mentirosa! Em vez ser mentirosa venha ter comigo que eu apresento-lhe uma pessoa que levou uma vacina covid e as moedas se agarravam ao braco! Por acaso essa pessoa mora perto do cemiterio!

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