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Iraque. Civis “estão a servir de escudos humanos” em Mossul

21 out, 2016 - 22:36

O alerta é das Nações Unidas.

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Terroristas do Estado Islâmico raptaram 550 famílias em Mossul, no Iraque, e estão a mantê-las como escudos humanos. É a denúncia da porta-voz das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

Nesta altura, prossegue, com o apoio da coligação internacional, a ofensiva das tropas iraquianas ao último reduto do autoproclamado Estado Islâmico no país.

“Estamos muito preocupados com as informações de que o Estado Islâmico está a usar civis à volta de Mossul como escudos humanos à medida que as forças iraquianas avançam, mantendo civis próximos dos seus comandantes, o que pode resultar em baixas civis”, disse o comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

Zeid Ra'ad al Hussein considera mesmo que há “o grande perigo de que os combatentes do EI optem por matar esses civis”.

Forças iraquianas e curdas, com apoio aéreo da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, estão a realizar operações para tentar recuperar a cidade ao grupo terrorista.

Comentários
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  • Oliveira
    22 out, 2016 Lisboa 11:25
    no Iraque é que tem escudos humanos? e em Allepo-Siria não há?
  • António Costa
    22 out, 2016 Cacém 08:53
    Será que é muito difícil consultar um mapa? O EI não provoca um atentado de 6 em 6 meses. A Guerra Continua que mantém com exércitos "regulares" na Síria e no Iraque exige o fornecimento continuo de armas e munições! Não se trata de ataques "esporádicos" de guerrilha! Só a entrada de abastecimentos em armas e munições pela fronteira turca permite aos grupos radicais sunitas manter a Guerra Continua na enorme extensão de território que controlam! Os portugueses, que estiveram envolvidos numa guerra colonial, sabem perfeitamente que até forças de guerrilha "modestas" em comparação com o EI, precisavam de apoio internacional e de santuários em países vizinhos!

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