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Restauração. Manter certificado digital e teste é "discriminação grave"

20 ago, 2021 - 17:51 • Cristina Branco , com redação

Governo não acatou pedido da associação Pro.var para “que não insistisse numa restrição à entrada dos restaurantes que é muito castradora”.

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O presidente da associação Pro.Var, Daniel Serra, lamenta que o Governo não tenha atendido ao pedido de levantar a obrigação de certificado digital ou teste negativo à entrada dos restaurantes.

Em declarações à Renascença, Daniel Serra afirma que se mantém uma forte discriminação entre restaurantes.

“Esta exigência tem sido uma dificuldade muito grande e tem criado uma discriminação grave, porque existem restaurantes que têm esplanadas a trabalhar muito bem e, depois, existem outros que não têm essa possibilidade ou em centros comerciais, que estão numa situação muito má”, afirma o presidente da Pro.Var – Promover e Inovar a Restauração Nacional.


A associação tinha pedido ao Governo “que não insistisse nesta restrição à entrada dos restaurantes, porque é muito castradora”, sublinha Daniel Serra.

Sobre o alargamento do número máximo de pessoas por mesa, no interior dos restaurantes para oito e nas esplanadas para 15 a partir de segunda-feira, a Pro.Var considera positivo.

Mas Daniel Serra afirma que, já que o Governo mantém a exigência de certificado digital e de teste negativo, deve aplicar a normalidade total o mais breve possível.

“Isso é caminhar para a normalidade, é bem aceite. Esperemos que essa situação volte rapidamente para a normalidade. No interior dos restaurantes, cumprindo-se com os certificados digitais e com os testes negativos, cada vez mais faz sentido que o Governo alarga ao ponto de voltarmos à situação original, sem qualquer limitação, que é o que se pretende o mais rápido possível”, apela o presidente da Pro.Var.

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