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Portugal espera uma amnistia de Bruxelas para as sanções

02 nov, 2016 - 13:39

O “Governo espera que o presidente da Comissão Europeia limpe o país do corte de fundos” e, segundo o “Público”, António Costa confia que será a própria Comissão a tomar a iniciativa de tirar Portugal do processo de sanções por défice excessivo. Lisboa deposita toda a confiança nos contactos diplomáticos com o executivo comunitário, no apoio do Parlamento Europeu e, já agora também do Instituto Nacional de Estatística.
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Revista de Imprensa de temas europeus
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Portugal advogado do Brasil nas negociações entre a União Europeia e o Mercosul. É a resposta do Primeiro-ministro português ao apelo do presidente brasileiro, reproduzido no “Jornal de Negócios”. “Temer pede a Lisboa que seja "voz do Brasil" nas negociações UE/Mercosul”. O Presidente brasileiro aproveitou a passagem do primeiro-ministro português por Brasília – para a 12.ª cimeira luso-brasileira. Michel Temer quer que António Costa sirva de intermediário do Brasil na Europa no processo negocial entre os 28 e associação do Mercado Comum da América do Sul. Na resposta, o chefe do executivo garante que "o Brasil contará sempre com Portugal, não como porta-voz, mas pelo menos como advogado”.

Hoje é Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas. E a agência EFE destaca o apelo da Comissão Europeia aos Estados-membros, às empresas de comunicação social e aos profissionais do sector para que se unam contra os crimes e abusos contra a profissão.

Agora, “Ou vai ou racha”. A expressão é do eurodeputado Carlos Zorrinho que hoje assina um artigo de opinião no jornal “i”. Vem isto a propósito dos 60 anos do Tratado de Roma que se assinalam a 25 de Março do próximo ano. Exactamente para esse dia está marcada uma Cimeira Europeia que, segundo Carlos Zorrinho, pode ser uma derradeira oportunidade para mudar de direcção na União Europeia. Das duas uma: ou ponto de viragem, ou ponto de não retorno. O eurodeputado socialista considera que a União Europeia é hoje o doente da globalização, precisamente numa altura em que devia ser a força mais saudável ao serviço de um modelo de entendimento entre os povos. E conclui, Carlos Zorrinho, Roma 2017 é a última oportunidade para a União Europeia retomar o caminho da paz e da prosperidade, que foram afinal os objectivos centrais dos seus fundadores.

Portugal advogado do Brasil nas negociações entre a União Europeia e o Mercosul. É a resposta do Primeiro-ministro português ao apelo do presidente brasileiro, reproduzido no “Jornal de Negócios”. “Temer pede a Lisboa que seja "voz do Brasil" nas negociações UE/Mercosul”. O Presidente brasileiro aproveitou a passagem do primeiro-ministro português por Brasília – para a 12.ª cimeira luso-brasileira. Michel Temer quer que António Costa sirva de intermediário do Brasil na Europa no processo negocial entre os 28 e associação do Mercado Comum da América do Sul. Na resposta, o chefe do executivo garante que "o Brasil contará sempre com Portugal, não como porta-voz, mas pelo menos como advogado”.

Hoje é Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas. E a agência EFE destaca o apelo da Comissão Europeia aos Estados-membros, às empresas de comunicação social e aos profissionais do sector para que se unam contra os crimes e abusos contra a profissão.

Agora, “Ou vai ou racha”. A expressão é do eurodeputado Carlos Zorrinho que hoje assina um artigo de opinião no jornal “i”. Vem isto a propósito dos 60 anos do Tratado de Roma que se assinalam a 25 de Março do próximo ano. Exactamente para esse dia está marcada uma Cimeira Europeia que, segundo Carlos Zorrinho, pode ser uma derradeira oportunidade para mudar de direcção na União Europeia. Das duas uma: ou ponto de viragem, ou ponto de não retorno. O eurodeputado socialista considera que a União Europeia é hoje o doente da globalização, precisamente numa altura em que devia ser a força mais saudável ao serviço de um modelo de entendimento entre os povos. E conclui, Carlos Zorrinho, Roma 2017 é a última oportunidade para a União Europeia retomar o caminho da paz e da prosperidade, que foram afinal os objectivos centrais dos seus fundadores.

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  • Os caloteiros
    02 nov, 2016 lisboa 15:39
    Paguem mas é o que devem! Caloteiros! O dinheiro que gastam em refugiados e mesquitas no martim moniz agora dava jeito...não é verdade?