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​Costa assume que "ainda há problemas por resolver" no país

13 jul, 2019 - 00:46 • Susana Madureira Martins

O líder do PS e primeiro-ministro falava esta sexta-feira à noite num plenário com militantes socialistas em Odivelas, onde assumiu que "o que se pede é que o Governo resolva" os problemas que ainda existem.

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Demorou a começar, com um ligeiro atraso de meia hora, quarenta minutos, mas a nave mais pequena do pavilhão multiusos de Odivelas encheu-se de militantes da federação do PS de Lisboa (FAUL) para ouvir o secretário-geral socialista sobre o fim da legislatura e a estratégia para a próxima.

António Costa chegou acompanhado pelo líder da FAUL, o secretário de estado adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro, e vários dirigentes nacionais e num discurso à porta aberta começou por assumir que "governar é também resolver problemas" e que "ainda há problemas", alguns "gravíssimos", dando o exemplo dos cartões do cidadão.

Mas há outros. O mais recente é relativo ao "das urgências das maternidades na cidade de Lisboa neste período de Verão, havendo concentração do período de férias". Ora, "a verdade", segundo Costa, é que "foi possível encontrar resposta", com o líder socialista a garantir que "nenhuma urgência vai fechar, todas vão funcionar e com capacidade de responder".

Há problema, é "encontrar solução". Como nos transportes. No metropolitano com a compra de novas composições, mas na ferrovia, o líder socialista assume que "infelizmente, no que diz respeito à CP, o problema é mais pesado porque a empresa que faz a manutenção da CP estava sem quadros e foi necessário contratar quadros e isso leva tempo".

Mesmo com problemas, António Costa olha para trás, "para estes quatro anos" de legislatura e a conclusão que tira é que cumpriu "tudo, tudo, tudo" o que foi prometido e acordado. E é o que quer "continuar a fazer na próxima legislatura".

Mas isto, avisa Costa, "só aumenta a responsabilidade" no futuro. É preciso "crescer mais" ou "continuar a melhorar significativamente o emprego". O partido pode estar "orgulhoso" do que fez no governo, mas tem agora "a responsabilidade de fazer mais e melhor", com o líder socialista a rematar que "é possível".

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