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Emprego cresce à conta dos precários

26 dez, 2018 - 07:40

Dados da Segurança Social mostram que existem 950 mil com contratos sem vínculo duradouro
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Dados da Segurança Social mostram que dos 125 mil trabalhadores contratados pelas empresas privadas em 2017, mais de 90 mil assinaram contratos com vínculo não duradouro.

O número de trabalhadores precários atingia os 950 mil no final do ano passado, noticia o jornal “Correio da Manhã”.

O universo dos trabalhadores por conta de outrem ultrapassou os 2,7 milhões de pessoas, das quais 1,8 milhões com contratos sem termo, ou seja, 65% do total.

Segundo os mesmos dados, os trabalhadores por conta de outrem ganham em média 1.236 euros (eles) e 1.011 euros (elas).

Os salários médios subiram 25,4 euros no ano passado para 1.133 euros.

Comentários
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  • Filipe
    26 dez, 2018 évora 13:39
    O que não fizeram os retornados patrões em África devido à revolta dos negros nos anos 60 , fazem agora alguns ainda vivos e seus filhos e filhas aos brancos em Portugal . Pagam e quando pagam o ordenado mínimo , quando sabem que o Estado ou a UE os financia a fundo perdido que cubra as despesas de pessoal . Uma autêntica escravatura em Portugal muito bem camuflada . No tempo do Salazar trabalhava-se o campo e era-se pobre , havia fome , mas hoje recorrem a trabalhadores escravos do Leste e de outros países de forma bem pior que no tempo Salazar , bem pior mesmo só na apanha do Chá Verde . O ordenado mínimo só devia ser permitido ser pago na fase experimental ou quando dura os primeiro contratos de trabalho . Pagar esse ordenado sempre , é trabalho consentido pelo Estado : Trabalho esse ESCRAVO .
  • Antonio Cardoso
    26 dez, 2018 Oeiras 11:30
    A função publica não apareceu...porque durante mais de 30 anos os privados estiveram contra os funcionários públicos. Perceberam se não estiverem lá os públicos os privados não valem nada...os públicos não se importam de perder dinheiro de um dia e lutar ....os privados querem que as greves se lixem e que há-ja alguém que lute por eles.Pois eles não querem perder dinheiro nos dias de greve