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Renascença é a rádio oficial da Web Summit

03 out, 2018 - 10:47

O anúncio de Lisboa como a "casa" do evento durante os próximos dez anos foi feito esta manhã, com a presença do primeiro-ministro, do presidente da Câmara de Lisboa e de Paddy Cosgrave, o fundador do evento.
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A Web Summit contará com a Renascença como "'media partner' para a edição de 2018. O evento realiza-se em Lisboa, entre os dias 5 e 8 de novembro, com várias atividades espalhadas entre a Feira Internacional de Lisboa (FIL) e a Altice Arena.

O administrador do Grupo Renascença Multimédia, José Luís Ramos Pinheiro, mostra-se satisfeito com a associação a um evento que "promete ser este ano outra vez um momento importante, em que as expressões digitais vão estar no centro".

A Renascença volta assim a associar-se ao evento internacional, que caminha para a terceira edição em Portugal e que por vai ficar por Portugal nos próximos 10 anos.

Ramos Pinheiro destaca ainda o papel "importante" que a Web Summit tem em questões éticas associadas ao uso das novas tecnologias. "As questões tecnológicas não são apenas a tecnologia só por si, mas todo o debate ético que deve informar qualquer evolução na sociedade humana", afirma.

O administrador do grupo continua, fazendo a comparação entre o trabalho informático e tecnológico desenvolvido na Web Summit e o Grupo Renascença Multimédia. "A Web Summit é muito importante do ponto de vista da evolução digital e da transformação digital e esse é um espaço e um patamar em que nós também, no Grupo Renascença Multimédia, com as suas diferentes rádios, com novas aplicações que lançamos e com projetos que temos em carteira, estamos a trabalhar".

Esta quarta-feira, foi feito o anúncio de que Lisboa seria a cidade anfitriã da Web Summit durante os próximos dez anos. O anúncio foi feito na Altice Arena, com a presença do primeiro-ministro, António Costa, do presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, e do fundador do evento, Paddy Cosgrave.

António Costa mostrou-se agradado com a conclusão das negociações e disse que o regresso do evento a Portugal serve para “projetar uma imagem do nosso país como país da inovação e da tecnologia, que dá de si próprio a imagem de que é capaz de atrair empresas altamente tecnológicas, que criam emprego".

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