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Padre Manuel Morujão pede que Merkel pense nos mais pobres

12 nov, 2012 • Paula Costa Dias

Porta-voz da Conferência Episcopal espera que vinda de chanceler alemã não seja uma mera visita de cortesia.  

O Padre Manuel Morujão espera que a visita de Angela Merkel a Portugal não seja apenas de mera cortesia mas que traga soluções para melhorar a situação do país: “Que não seja um encontro de meras cortesias mas um encontro em que possa haver decisões, na linha de melhorar a situação presente”.

Para o porta-voz da Conferência Episcopal a chanceler alemã tem de olhar mais para quem sofre, mesmo em regime de austeridade: “Tendo o poder que ela tem, diria que pense naqueles que estão piores. É um dever de quem está com um nível superior de vida pensar nos que estão a passar as consequências da crise e concretamente que sejam ajudados e não penalizados, mesmo quando tem de haver austeridade, pode ser melhorada para não penalizar as pessoas que precisam de ser ajudadas”. 

Estas declarações surgem a poucas horas do início da Assembleia Plenária de Novembro, em que vão ser apresentados os resultados do inquérito sobre “Atitudes e representações da sociedade portuguesa face à Igreja” nos arquipélagos da Madeira e Açores.

Em cima da mesa vão também estar o recente sínodo dos bispos e o Ano da Fé, esperando-se ainda que sejam aprovadas duas notas pastorais, sobre os 150 anos do nascimento da Beata Maria do Divino Coração e sobre os 90 anos do Corpo Nacional de Escutas.