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A seguir Jerusalém, depois talvez a Ásia

29 jul, 2013 • Aura Miguel

Francisco confirmou a existência de um convite para ir a Fátima, mas não disse se, ou quando, vem.  

A seguir Jerusalém, depois talvez a Ásia
A seguir Jerusalém, depois talvez a Ásia
Na sessão de perguntas e respostas, a bordo do avião papal que regressava a Roma do Brasil, Francisco confirmou que deve ir a Jerusalém para se encontrar com o Patriarca Bartolomeu de Constantinopla, recordando assim o famoso abraço entre o então Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras, em Janeiro de 1964.
A próxima viagem do Papa Francisco fora de Itália deverá ser para Jerusalém e terá uma natureza essencialmente ecuménica.

Na sessão de perguntas e respostas, a bordo do avião papal que regressava a Roma do Brasil, Francisco confirmou que deve ir a Jerusalém para se encontrar com o Patriarca Bartolomeu de Constantinopla, recordando assim o famoso abraço entre o então Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras, em Janeiro de 1964.

Contudo, segundo o próprio Papa, não há ainda nenhuma viagem confirmada, apenas planos: “Definido não há nada, mas posso-vos dizer o que está pensado. Dia 22 de Setembro a Cagliari e 4 de Outubro em Assis.”

“Fora de Itália, o Patriarca Bartolomeu I queria fazer um encontro para comemorar os 50 anos do encontro entre Paulo VI e Atenágoras. O Governo israelita já convidou para ir a Jerusalém, creio que o Governo da autoridade palestiniana não é contra. Está a ser pensado”, confirmou.

Uma vez que o primeiro Papa latino-americano fez a sua primeira visita fora de Itália precisamente à América do Sul, a próxima viagem para esse lado do mundo terá de esperar, disse Francisco, entre risos.

De resto, o Papa mencionou também a possibilidade de aceitar um convite para ir à Ásia: “Tenho um convite para ir ao Sri Lanka e às Filipinas, vamos ver.”

Recentemente tinha-se falado também da possibilidade de Francisco visitar a Turquia, para retribuir a visita que Bartolomeu I lhe fez mal foi eleito. A visita teria lugar a 30 de Novembro, dia de Santo André, padroeiro de Constantinopla, mas segundo o Papa não foi possível organizar-se.

Questionado pela Renascença o Papa confirmou que existe um convite para ir a Fátima, mas não confirmou se, ou quando, fará tal viagem.