Guineenses apostados em eleger um novo Presidente

18 mai, 2014

Em Bissau, estão a votar cerca de uma centena de eleitores por hora, o que leva a Comissão Nacional de Eleições guineense a prever que a votação esteja finalizada antes da hora prevista (17h00 em Lisboa).

Os guineenses voltam este domingo às urnas para a segunda volta das eleições presidenciais. Na corrida, José Mário Vaz e Nuno Nabian. A votação decorre com normalidade e a participação é tal que já se fala numa votação e participação históricas.

Decorridas duas horas de votação, confirma-se o elevado interesse dos guineenses em escolher o novo chefe de Estado constitucional, dois anos depois do golpe de Estado que interrompeu o processo democrático.

Cerca de uma centena de eleitores votam por hora nas maiores assembleias de voto de Bissau – um registo que leva a Comissão Nacional de Eleições da Guiné a prever que o processo na capital esteja praticamente concluído por volta da hora do almoço. As urnas fecham às 16h00 (mais uma hora em Lisboa).

O candidato apoiado pelo maior partido da oposição (PNR), Nuno Nabian, já votou e declarou aos jornalistas que a derrota faz parte da democracia, mas está confiante de que na vitória. À Renascença, disse que a sua prioridade enquanto Presidente será a promoção da unidade nacional.

Da parte dos observadores, mostram-se confiantes e elogiam a maneira como os guineenses estão a participar nestas eleições. O antigo Presidente timorense Ramos Horta é o representante do Secretário-Geral da ONU e também se mostra satisfeito com o observa nas várias secções de voto a que se desloca.