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Renascença. 85 anos de rádio, 85 anos de prémios

06 abr, 2022 - 19:38 • Marta Grosso

Excelência, Escolha do Consumidor, Melhor Rádio informação. São apenas alguns dos títulos recebidos ao longo dos anos. E não foi só a rádio no seu conjunto que recebeu prémios. Muitos dos seus jornalistas também viram o seu trabalho reconhecido por diversas entidades.

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No 75.º aniversário, a Renascença foi condecorada pelo Presidente da República, tendo sido agraciada com a Ordem de Mérito – uma distinção atribuída a serviços de grande valor para o país.

Foi o primeiro órgão de comunicação social privado a ser condecorado. “Significa que um Estado como o português percebe a importância da Rádio Renascença – Emissora Católica Portuguesa para o desenvolvimento informativo, formativo e de entretenimento da nossa comunidade e sociedade”, afirmou na altura o então presidente do conselho de gerência do Grupo Renascença Comunicação Multimédia, cónego João Aguiar.

Do lado da Presidência da República, o Chanceler das Ordens de Mérito Civil, embaixador António Pinto da França, explicava que a condecoração da Renascença era “uma forma, primeiro, de mostrar gratidão a quem fez algo de muito importante pelo nosso país”.

“Depois, também tem uma função muito importante, que é dar um exemplo a outros, porque isto é exaltar a excelência, é exaltar a qualidade e isso é muito bom, do ponto de vista psicológica, para uma nação e para um povo”, acrescentou.


Também agraciada pela Presidência da República, mas de Timor-Leste foi a jornalista Anabela Góis, em maio de 2017. O então Presidente timorense, Taur Matan Ruak, atribuiu-lhe o prémio em reconhecimento da importância dos jornalistas na denúncia da opressão a que os timorenses estavam sujeitos durante a ocupação Indonésia.

Mas houve mais jornalistas reconhecidos ao nível internacional, como, por exemplo, José Bastos (Prémio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha), José Pedro Frazão (American Club Award 2007 – Innovative Journalism in All Media) e André Rodrigues (Prémio Internacional Cesar Vallejo – Categoria Excelência Jornalística em Rádio).

Dentro de fronteiras, também não faltam prémios aos profissionais da informação. Aqui ficam apenas alguns exemplos:

  • Prémio Centenário das Aparições, atribuído pelo Santuário de Fátima a Aura Miguel e Joana Bourgard pela reportagem “Fátima na Bielorrússia, uma chama que a URSS não apagou” (13 de outubro 2017)
  • Prémio Anual de Jornalismo da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor e pela Fundação Grünenthal atribuído ao jornalista André Rodrigues pela reportagem “Vidas de dor, corpos que não desistem” (13 de outubro 2017)
  • Menção Honrosa da Assembleia da República a Liliana Carona pela reportagem “Autismo, a música ajuda-os a sair da concha” (10 de maio 2018)
  • Segundo Prémio de Jornalismo Luso-Alemão 2021 atribuído ao correspondente na Alemanha, Guilherme Correia da Silva pela reportagem "Onda verde está a crescer na Alemanha a meses das eleições. Já podemos falar de alterações climáticas?" (28 de maio 2020)
  • Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca distingue a reportagem sobre "dropshipping" da jornalista Inês Rocha (26 de abril 2021).

Premiados e distinguidos foram igualmente vários programas da Renascença, como:

  • “A 23.ª Hora”: programa criado por Joaquim Pedro, Matos Maia, João Pedro Baptista – distinguido com o Prémio Rádio da Casa da Imprensa em 1964
  • Programas “Página Um”, “Tempo Zip” e “Vértice” – Prémio Casa da Imprensa em 1971, ex-aequo. A distinção elogia "um conceito de rádio que assente num trabalho coletivo de prospeção da realidade circundante e que recuse uma linguagem convencional anquilosante e individualista".
  • Bola Branca – prémio "Quinas de Ouro" da Federação Portuguesa de Futebol, em 2015 (ano em que a FPF assinalou 100 anos)
  • Entrevista de Ana Galvão e do jornalista José Pedro Frazão ao ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues – Prémio Sapo MEDIA DIGITAL, na categoria “Melhor Interação com a Audiência”, atribuído à Renascença
  • Manhã da Renascença – prémio da Associação Portuguesa de Museologia (abril 2018)

À medida que o digital se desenvolvia no meio rádio, os prémios foram aparecendo, tendo a Renascença sido reconhecida diversas vezes pelo Observatório de Ciberjornalismo ( Obciber) da Universidade do Porto, nomeadamente nas categorias Excelência Geral em Ciberjornalismo, Reportagem Multimédia, Videojornalismo Online e Última Hora .

A Renascença é ainda considerada uma Superbrand (distinção que premeia as marcas de excelência dos consumidores portugueses), uma rádio Cinco Estrelas, a Escolha do Consumidor e a Marca de Confiança dos portugueses há seis anos consecutivos.

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