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As imagens do último debate antes das eleições presidenciais

18 jan, 2021 - 11:23

A iniciativa juntou a Renascença, a Antena 1 e a TSF, numa emissão em simultâneo nas três rádios. André Ventura foi o único candidato que não esteve presente.

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O último debate presidencial antes das eleições do próximo domingo teve lugar, esta segunda-feira, na rádio. A iniciativa juntou a Renascença, a Antena 1 e a TSF numa emissão em simultâneo nas três rádios e com transmissão vídeo nas plataformas digitais.

No debate estiveram presentes seis candidatos à presidência da República. André Ventura foi convidado, mas recusou por motivos de agenda.

A adequação das medidas adotadas pelo Governo no combate à pandemia marcou o início do encontro, com acusações à esquerda ao atual Presidente da República. Marcelo Rebelo de Sousa reconheceu que não houve uma antecipação da terceira vaga, mas diz que a capacidade dos privados também está no “limite”.

Ana Gomes garantiu que se fosse Presidente da República não permitiria “querelas ideológicas” sobre os privados e o reforço do SNS. Marisa Matias afirmou que “para situações excecionais temos que ter medidas excecionais” e que só requisitando “todos os meios é que podemos ter capacidade de resposta”.


Tiago Mayan Gonçalves foi, também, crítico das medidas adotadas pelo Governo e defendeu que "ninguém percebe as exceções". "O que eu tenho visto é os portugueses a cumprir o confinamento, mas o problema é a abrodagem errática das medidas", afirmou o candidado apoaido pela Iniciativa Liberal.

Já João Ferreira defendeu o reforço das equipas de rastreio, considerando que houve falhas neste setor, e reafirmou a necessidade de "reforçar a resposta das unidades de saúde".

O tema Chega e André Ventura foi introduzido no debate por Ana Gomes, que afirmou que o Presidente da República não deve "normalizar forças que semeiam o ódio", lembrando que no domingo à noite no jantar-comício do candidato presidencial houve ameaças a jornalistas.

O atual Presidente da República, sem nunca evocar o nome de Ventura, ripostou afirmando que em 2018 já havia chamado à atenção “para o que estava a crescer na sociedade portuguesa”, mas que “as pessoas não levaram muito a sério”.

Ana Gomes garantiu que se fosse Presidente da República não permitiria “querelas ideológicas” sobre os privados e o reforço do SNS. Marisa Matias afirmou que “para situações excecionais temos que ter medidas excecionais” e que só requisitando “todos os meios é que podemos ter capacidade de resposta”.

Se fosse Presidente da República, Mayan garantiu que não daria posse a um Governo que defenda "atentados ao Estado de direito, à Constituição, regresso da pena perpétua".

Para Vitorino Silva, os políticos “devem descer à terra” se pedem ao povo para estar em casa, eles devem dar o mesmo exemplo. Segundo o candidato presidencial, neste momento, nenhum candidato devia andar em campanha.

“Só estou aqui hoje em respeito pelos meus adversários e pelos jornalistas, mas depois daqui vou para casa”, afirmou.

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