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Capristano contra eleições no imediato. "Não queiram assaltar o poder no Benfica"

13 jul, 2021 - 14:00 • João Paulo Ribeiro

Antigo vice-presidente do Benfica aceita eleições mais tarde, mas por agora define prioridades e deixa um apelo para a reunião desta terça-feira dos órgãos sociais do clube.

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Primeiro a preparação da nova época e o empréstimo obrigacionista e só depois as eleições antecipadas: talvez lá para o fim do ano. José Manuel Capristano, antigo vice-presidente do Benfica, rejeita inverter prioridades.

Os órgãos sociais do Benfica reúnem, esta terça-feira, com o objetivo de analisar a crise diretiva instalada com o processo “cartão vermelho”. Um dos temas em conversa será a possibilidade de um novo ato eleitoral. Em declarações a Bola Branca, José Manuel Capristano fala mesmo de de assalto ao poder por parte dos que pressionam por eleições no imediato.

"Isto não cabe na cabeça de ninguém, não queiram assaltar o poder no Benfica. Eleições em outubro, novembro ou dezembro tudo bem, mas neste momento, com as definições necessárias no plantel, com o empréstimo obrigacionista em curso, nem tenho palavras para quem entende que devem ser marcadas eleições [em breve]. Realmente, há pessoas para tudo. Eleições são quando os órgãos sociais entenderem, mas não para já", defende o antigo dirigente encarnado.

À procura de paz e tranquilidade no Benfica


Na opinião de José Manuel Capristano, esta terça-feira os órgãos sociais do Benfica devem esclarecer o que está a suceder no clube.

"Deve sair uma mensagem de paz e de tranquilidade, é isso que deve ser emanado dos órgãos sociais. Mas também é necessário fazer um ponto de situação acerca de tudo o que se está a passar, porque o momento é dramático e bastante conturbado no clube", sublinha.

A reunião ordinária quadrimestral dos órgãos sociais do Benfica realiza-se às 17h00 desta terça-feira, no Estádio da Luz, em Lisboa.

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  • Cidadao
    13 jul, 2021 Lisboa 16:02
    Ninguém acreditaria numa mensagem de paz e tranquilidade, numa altura destas, e com posições a extremarem-se. Eleições em Outubro, tudo bem. De momento é preciso preparar a nova época e os dossiers importantes. E claro, embora deva ser mais conversa do advogado que outra coisa, é preciso estarem preparados para uma tentativa desesperada de Vieira, de tentar vir retomar o lugar. Nessa altura sugiro a demissão em pleno da Direcção, o que força novas eleições.

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