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Ribeiro Cristovão
Opinião de Ribeiro Cristovão
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​É tempo de olhar a sério para a arbitragem

03 out, 2022 • Opinião de Ribeiro Cristovão


Já vai sendo tempo de os árbitros e as arbitragens deixarem de ocupar espaço relevante em todos os debates que acontecem nos vários domínios da comunicação social, televisão, imprensa e rádio.

É que as novas ferramentas, criadas já há alguns anos, para ajudar e facilitar o seu trabalho, cada vez deixam menos espaço para desculpas e justificações bacocas. E, quem não continua a não ser competente para prosseguir uma carreira, deve com urgência dar lugar a outros, que os possam substituir com vantagem para tudo e para todos.

Infelizmente, não tem havido jornada em que não haja casos, derivados de erros e más decisões dos árbitros, tanto daqueles que desempenham a sua tarefa no campo, quanto os outros que se presume estejam atentos e sejam competentes na criada Cidade do Futebol.

Todos sabemos que a qualidade dos árbitros em Portugal tem sido tema recorrente há vários anos. E, claro, essa condição evidente tem dado azo a que raramente sejam chamados para as grandes competições internacionais, como campeonatos do Mundo e da Europa, o que significa que não será necessária melhor prova.

Há, por isso, que fazer qualquer coisa para que o estado atual se transforme. Que os responsáveis pela arbitragem assumam o estado a que chegou, e sejam tomadas medidas para evitar que o descalabro prossiga, porque os nossos campeonatos profissionais têm ainda um longo caminho para percorrer.

Claro que o assunto destes dias é o trabalho de Rui Costa no jogo em que o Vitória de Guimarães defrontou o Benfica no seu estádio, e quanto pode ter influenciado o resultado final desse desafio. Desta vez foi o Benfica, como noutras circunstâncias também já aconteceu em diversos jogos e com vários juízes, e com outras equipas.

Varrer problemas como este para debaixo do tapete é o que têm feito os responsáveis.

E a prova mais recente é a nomeação de Rui Costa para um jogo de tanta importância, um atrevimento inconsequente e sem sentido.

Comentários
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  • Joaquim Correto
    03 out, 2022 Paços 13:10
    Portugal está cheio de jornalistas desportivos cobardes, que têm medo de falar da constante e repetida beneficiação da arbitragem ao FC. Porto! Só falam quando de lonnnnnge a lonnnnnge um outro clube é beneficiado, que não o FC. Porto!
  • Ivo Pestana
    03 out, 2022 Funchal 12:25
    O problema não é apenas dos árbitros, vi o jogo Académica vs Tondela e com um bom árbitro jovem. Reparei os jogadores de ambas as equipas a simularem mazelas, por qualquer toque. Em Portugal os jogadores não jogam limpo, simulam por tudo e por nada...uma tristeza!
  • GERALDINO FERREIRA
    03 out, 2022 Porto 12:12
    O Sr. Ribeiro Cristóvão dá a volta ao bilhar, como sempre, mas custa-lhe dar a tacada, prefere o comentário sectarista falando no abstrato e driblando no discurso proferido. Meu caro, o problema de Guimarães tem um nome "Luís Ferreira" VAR, tal como o Sr. tem nome Ribeiro Cristóvão, o outro também tem e não é Rui Costa. Quando não havia VAR o controlo de um jogo quase sempre se fazia contratando os juízes de linha, estes levantavam ou não a bandeira e adulteravam os resultados, na grande maioria das vezes o árbitro não tinha sequer voto na matéria. O problema é que infelizmente não é só no futebol, há gente a ocupar cargos de grande responsabilidade para os quais não demonstram qualquer competência nem habilitações, é a verdade que não interessa discutir.
  • José Rocha
    03 out, 2022 Leça da Palmeira 09:37
    Caro Ribeiro Cristóvão: O caso tão falado de Guimarães só peca por existirem dois pesos e duas medidas na avaliação dos comentadores e especialistas de arbitragem. A falta de Florentino é tão passível de penalidade por impedimento de progressão do adversário na tentativa de jogar a bola, como a falta do guarda redes do Guimarães que impede deliberadamente, sublinho deliberadamente porque não tem qualquer intenção de chegar à bola, a progressão de Rafa. Enquanto não forem profundamente avaliadas as opiniões que são transmitidas, muitas vezes eivadas de defesa disfarçada dos interesses dos clubes com que simpatizam, não existirá um "Olhar sério para a arbitragem". Cumprimentos José Rocha