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Ribeiro Cristovão
Opinião de Ribeiro Cristovão
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O campeonato a aquecer

21 jan, 2022 • Opinião de Ribeiro Cristovão


A abrir as “hostilidades”, o Benfica tem hoje, em Arouca, aquilo a que se pode chamar uma prova de fogo.

Vem aí uma jornada quente do nosso campeonato da Primeira Liga, dando início a uma série de jogos muito atrativos, também na Taça de Portugal e na Taça da Liga.

Para já, no campeonato, quando estamos ainda muito longe das decisões finais - ficarão a faltar 14 jornadas para se chegar ao fim - tudo começa a aquecer.

E para isso vão certamente contribuir alguns dos jogos que teremos neste fim de semana, entre os quais aqueles em que intervêm os conhecidos três grandes.

A abrir as “hostilidades”, o Benfica tem hoje, em Arouca, aquilo a que se pode chamar uma prova de fogo. É verdade que os arouquenses estão em posição muito delicada na tabela, mas também devido a esse facto estarão na disposição de fazer frente muito sustentada aos lisboetas que, como se reconhece, continuam muito fragilizados por algumas más exibições e resultados a condizer.

A equipa de Nelson Veríssimo continua à procura de um formato ideal e de um sistema de jogo a ele adaptado, continuando a revelar-se pouco capaz de se arrimar ao duo da frente, sobretudo aos dragões dos quais estão agora afastados por oito pontos, uma situação que cada vez mais parece muito difícil para conduzir à retoma.

Os portistas, esses aparentemente protagonistas do desafio mais tranquilo da ronda, só no domingo à noite recebem o Futebol Clube de Famalicão, que continua a alternar entre razoáveis e maus resultados, tendo, no entanto, no seu registo melhor desempenho nos desafios disputados em terrenos alheios.

E quanto ao Sporting estamos perante a tarefa provavelmente mais complicada de amanhã.

Recebe o Sporting de Braga e, ainda que sobre a equipa minhota contabilize já um saldo positivo de 15 pontos, não se pode prever que esteja facilitada a sua função.

Todos nos recordamos como, na primeira volta, decorreu o jogo na Pedreira, em que os leões venceram pela margem mínima e, sobretudo, dos problemas que a formação arsenalista tem por hábito colocar aos leões de Lisboa, independentemente do lugar onde se disputem os jogos.

Portanto, e em resumo, uma mão cheia de jogos num tempo que começa a exigir maior aplicação de todos, oxalá sem casos e, também, sem intervenções negativas das equipas de arbitragem, algumas das quais têm pecado pelo (mau) protagonismo exercido até agora.

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