Histórias do Europeu
A Renascença conta-lhe as glórias e as desventuras dos Campeonatos da Europa de futebol, uma história que tem início em 1960 e que se estende até aos dias de hoje. E há de tudo: lendas, vitórias épicas, derrotas inesperadas, golos especiais e episódios memoráveis. “Histórias do Europeu” é um programa para ouvir de segunda a sexta, ao meio-dia e às oito da noite, na Renascença e, sempre que quiser, em podcast.
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O Europeu da pandemia: o episódio 19 do “Histórias do Europeu”

"Histórias do Europeu"

O Europeu da pandemia: o episódio 19 do “Histórias do Europeu”

07 jun, 2024 • Luís Aresta


Neste 19.º episódio do podcast, o jornalista Luís Aresta conta-lhe sobre um Campeonato da Europa atípico. A Renascença conta-lhe as glórias e as desventuras dos Campeonatos da Europa de futebol. De 1960 aos dias de hoje… há de tudo: lendas, vitórias épicas, derrotas inesperadas, golos especiais e episódios memoráveis!

A 17 de março de 2020 foi anunciado o adiamento do Campeonato da Europa para 2021 por causa da pandemia de covid-19.

“A saúde de todos os envolvidos no jogo é a prioridade, assim como evitar qualquer pressão desnecessária nos serviços de saúde pública dos locais onde decorrem os jogos”, argumentou então a UEFA.

O Campeonato da Europa estava planeado para decorrer em 12 cidades. Seria uma forma romântica de assinalar o 60.º aniversário do torneio com a edição inaugural em 1960. O coronavírus trama-nos a todos e a UEFA adia o Europeu.

O formato mantém-se entre 11 de Junho e 11 de Julho de 2021, a coincidir com a Copa América, que também tinha sido adiada.

Por essa altura já a covid-19 deveria ter dado tréguas. Apesar de não ser bem assim, a três meses da competição a UEFA levanta a limitação de 30% de público nos estádios e remete a decisão para as autoridades locais de cada país.

Roma é das últimas cidades a confirmar que será cidade-sede após garantir à UEFA que as bancadas estarão minimamente preenchidas.

O Estádio Olímpico de Roma comporta mais de 70 mil espectadores, mas apenas 12.445 assistem à vitória da Itália sobre a Suíça na estreia das duas seleções na competição.

Três dias depois, em Munique, não chega a 13 mil o número de espectadores que presenciam a derrota de Portugal com a Alemanha.

E seria sempre assim em Bilbau, Baku, São Petersburgo, Dublin, Amesterdão, Budapeste, Glasgow, Copenhaga e Bucareste, tudo por causa da maldita pandemia.

A final de Wembley é uma exceção, com 67 mil nas bancadas. A maioria das testemunhas estavam na expetativa de que a Inglaterra quebrasse finalmente o enguiço...

Mas não foi assim.

Foi a Itália que venceu nos penáltis e se sagrou pela segunda vez campeã da Europa.

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