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Portugal abre as porta aos turistas de quase toda a Europa - Opinião de Henrique Monteiro
Portugal abre as porta aos turistas de quase toda a Europa - Opinião de Henrique Monteiro

“Se dez pessoas são capazes de dar uma ajuda, quantos mais cinco mil”

17 mai, 2021 • Olímpia Mairos


Henrique Monteiro considera que, numa altura em que Portugal se abre aos turistas, é preciso reforçar os cuidados, para não permitir que a situação se inverta e aumentem os casos de Covid-19.

O comentador considera que o regresso dos turistas estrangeiros, nomeadamente os britânicos, a Portugal pode ser uma ajuda importante para a retoma da economia, mas deixa diz ser preciso cuidados.

“Uma ajuda, dão de certeza, porque, neste momento, a indústria hoteleira e turística e tudo o que gira à volta disso está tudo tão mau... E, se dez pessoas são capazes de dar uma ajuda, quanto mais cinco mil”, afirma Henrique Monteiro.

Mas, no seu entender, é preciso estar atento às novas variantes e perceber se a “variante indiana também é combatida pelas vacinas”, assinalando que “no Reino Unido a vacinação já vai em níveis estratosféricos, em Portugal também não está a correr mal, e é por isso que eles também permitem que venham turistas”.

Nas d’As Três da Manhã, o comentador admite que a abertura de fronteiras é um risco, mas recorda que “nós temos os nossos próprios riscos, porque ainda não atingimos a imunidade de grupo”, e alerta para os últimos números da Covid-19 em Portugal, que “revelam uma ligeira tendência de subida dos casos de infeção”.

“E se nós não temos também cuidado... E tivemos esta história do Sporting, que também não contribuiu muito para a confiança na descida dos números”, alerta.

Henrique Monteiro sublinha ainda que “estamos num momento muito importante, estamos num momento de abrir as fronteiras e os braços para aqueles turistas que nos vêm visitar para revitalizar a economia e, sobretudo, a parte do turismo, que é uma parte muito importante da nossa economia, a fatia maior do nosso PIB”, sendo, por isso, indispensável “reforçar os cuidados, os nossos e os que temos em relação aos outros, para não permitir que a situação se inverta”.

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