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UE enviou 77 mil toneladas de ajuda humanitária à Ucrânia desde fevereiro

29 dez, 2022 • Vasco Gandra, correspondente em Bruxelas


Ursula von der Leyen garante que a solidariedade europeia para com a Ucrânia "está cada vez mais forte".

A União Europeia enviou 77 mil toneladas de ajuda humanitária para a Ucrânia desde o início da guerra, a 24 de fevereiro. O anúncio foi feito pela presidente da Comissão Europeia na rede social Twitter. Ursula von der Leyen garante que a solidariedade europeia para com a Ucrânia "está cada vez mais forte".

A assistência da UE inclui “fornecimentos vitais como medicamentos, comida ou abrigos" e "veículos de combate a incêndios e hospitais móveis".

A ajuda europeia é canalizada através do Mecanismo Europeu de Proteção Civil que, para além da UE e dos 27, conta ainda com a participação da Noruega, Turquia, Macedónia do Norte e Islândia. A ajuda inclui ainda geradores de energia e ambulâncias, indica a Comissão Europeia na sua página dedicada à Ucrânia.

A UE e os 27 têm fornecido apoio político, financeiro, militar e humanitário à Ucrânia desde o início da invasão russa. A UE acolheu ainda milhões de refugiados ucranianos e avançou com nove pacotes de sanções à Rússia.

Recentemente, os 27 chegaram a acordo sobre um pacote que permitirá à UE ajudar financeiramente a Ucrânia com 18 mil milhões de euros, em 2023, tendo os empréstimos um período de carência de 10 anos. O objetivo deste pacote é financiar as necessidades imediatas da Ucrânia e reabilitar as suas infraestruturas críticas.

Desde fevereiro, a UE mobilizou cerca de 19,7 mil milhões de euros para apoiar a resiliência económica, social e financeira da Ucrânia.

Até outubro de 2022, o bloco comunitário já tinha aprovado 3,1 mil milhões de euros no âmbito do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz. Este montante contribui para reforçar a resiliência e as capacidades das Forças Armadas Ucranianas e proteger a população civil.

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  • E não só
    29 dez, 2022 Deem o que eles precisam 11:02
    Deem-lhes também o que eles precisam para correr com os russos do seu território: aviões modernos, misseis terra-terra de longo alcance, tanques, artilharia e todo o armamento ofensivo necessário para expulsar o exército russo de território ucraniano, e de caminho armamento para atacar as bases russas de onde saem os bombardeiros, e os lugares onde estão os navios russos que disparam misseis contra a Ucrânia. Putin não quer negociações sérias - o que ele chama "negociações" é uma rendição incondicional da Ucrânia - porque ainda acha que vai tomar Kiev e ocupar o País. Quando perceber que isso não será possível e até está em risco de perder mais do que tinha em 24 de Fevereiro de 2022, aí, já vai negociar à séria.