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Metro de Lisboa. Greve de quinta-feira sem serviços mínimos

21 jun, 2021 - 18:59 • Redação, com Lusa

Circulação no metropolitano da capital só deverá estar normalizada depois das 10h00.

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A greve parcial no Metropolitano de Lisboa, marcada para quinta-feira de manhã, não terá serviços mínimos, indica o Tribunal Arbitral.

A circulação só deverá ser retomada pelas 10h00, meia hora depois de terminar o protesto da maioria dos funcionários.

A paralisação decorre entre 5h00 e as 9h30 da manhã para a generalidade dos trabalhadores e entre as 9h30 e as 12h30 para os administrativos.

Sem acordo entre as partes, o Tribunal Arbitral decidiu, num acórdão datado de domingo citado pelo Dinheiro Vivo, que “não são afixados serviços mínimos relativamente à circulação de composições”, apenas para garantir a segurança e manutenção do equipamento e instalações.

A greve parcial de quinta-feira foi convocada pela Fectrans, STTM, Sindem, Sitra, Sitese e STmetro.

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa apresentaram um pré-aviso de greve parcial para o dia 24 de junho, tendo em conta que as negociações falharam na mais recente reunião dos sindicatos com a empresa, anunciou a Fectrans.

De acordo com a estrutura sindical, a decisão "decorreu do facto de a parte da administração não ter dados novos sobre os temas que os trabalhadores querem ver resolvidos e em torno dos quais pretendem um acordo".

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa fizeram uma greve parcial em 25 de maio que paralisou a circulação deste meio de transporte durante a manhã até às 10h15.

Além da valorização salarial e da valorização das carreiras, os trabalhadores pretendem o preenchimento imediato do quadro operacional e progressões na carreira.

O sindicato alertou ainda que os trabalhadores reivindicam a efetivação do direito ao transporte, o estrito cumprimento de todas as cláusulas do Acordo de Empresa, além da prorrogação da vigência do AE.

O Metropolitano de Lisboa opera com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião).

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  • Continuem
    22 jun, 2021 Que ele agradece 11:04
    Se querem mesmo atingir o governo/entidade patronal, façam uma greve à cobrança de bilhetes/modulos/passes e deixem toda a gente a viajar de borla. Isso faz mais mossa que pararem umas horas, e serem descontados. Prejudicam os utentes e o governo esfrega as mãos porque poupa salários convosco. A não ser que a ideia seja auxiliar o governo e aí estão no bom caminho. Continuem, que o Costa agradece

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