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Direito de resposta

31 mai, 2021 - 08:00

O texto seguinte é publicado no exercício do Direito de Resposta, pelo que é da inteira responsabilidade do seu autor, Manuel Sacramento.

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Vimos por este meio ativar o direito de resposta proposto na Lei nº 2/99, capítulo V (do direito à informação), Secção I (direitos de resposta e de rectificação), Artigo 24º (Pressupostos dos direitos de resposta e de rectificação) da empresa COPS – Companhia Operacional de Segurança referente ao artigo “Lei continua por cumprir. Nenhum segurança privado faz testes psicológicos desde 2013”, publicado no site online da Rádio Renascença, no dia 25/05/2021, pelas 08.00H.

Neste sentido, importa referir que empresa COPS não foi contactada para se manifestar sobre a utilização do seu bom nome nos comentários elaborados pela Rádio Renascença no artigo em questão, mesmo baseado num artigo de uma outra plataforma de nome “Fumaça”.

Foi referido pelos jornalistas do Fumaça, um atraso de tesouraria de três a quatro dias no pagamento de vencimentos a 40% dos funcionários da COPS durante os meses de janeiro e fevereiro do ano 2020. Este atraso deveu-se ao Orçamento de Estado não estar ainda aprovado, levando a que todos os clientes ligados à contratação pública não tivessem efetuado qualquer pagamento durante os meses supra mencionados. Esta situação foi de imediato regularizada no dia 6 de janeiro, devido aos dias 4 e 5 serem fim de semana, e no dia 4 fevereiro. Note-se que esta justificação foi devidamente comunicada a todos os vigilantes, não tendo havido má conduta da nossa parte.

Repudiamos que o nome da empresa COPS seja mencionado como empresa incumpridora. Temos o perfeito conhecimento de existirem mais de 20 empresas, no setor da segurança privada, que todos os meses praticam a má prática de pagamento dos vencimentos entre os dias 8 e o dia 15 de cada mês. Existem outras más praticas de extrema gravidade no setor, as quais não aplicamos e nem defendemos, como por exemplo: empresas que obrigam os seus vigilantes a um trabalho gratuito de 18 horas mensais, empresas que desviam do vencimento dos seus vigilantes verbas mensais na ordem dos 200 euros, empresas que obrigam os seus vigilantes a trabalhar 12 e 16 horas por dia contra a sua vontade e, muitas vezes, sem folgas, entre outras.

Mais informamos que somos inteiramente concordantes com a existência de testes psicológicos aos vigilantes. Contudo, esta é uma diretiva que cabe unicamente à DSP/PSP (Direção de Segurança Privada da PSP), tomar e definir quais os critérios aplicáveis.

A empresa COPS foi avaliada por um grupo de mais de 3.000 vigilantes (avaliação anual de empresas de segurança) como a terceira melhor empresa do setor para trabalhar, ficando apenas atrás das grandes multinacionais. É uma empresa 100% portuguesa e a única que oferece aos seus 1.600 colaboradores um seguro de vida e um seguro de saúde em pleno contexto pandémico. Testemunho do investimento desta empresa na dignificação do estatuto dos seus principais ativos, os vigilantes, englobada na estratégia de recursos humanos por parte da administração da COPS.

Importa ainda fazer referência às certificações da norma ISO 9001 em qualidade e da norma ISO 14001 em ambiente, em adição à certificação DECO PROTESTE SELECT e a certificação DECO CONDOMINIO+ que a empresa atualmente dispõe.

Desta forma, a COPS, aqui representada por Manuel Sacramento, exerce o direito de resposta referente ao artigo “Lei continua por cumprir. Nenhum segurança privado faz testes psicológicos desde 2013”, publicada esta manhã, na Rádio Renascença.

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