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Coimbra alimenta esperança de receber público na final da Taça de Portugal

12 mai, 2021 - 18:20 • José Barata

Horácio Antunes, presidente da Associação de Futebol de Coimbra, espera que permissão de público na última jornada do campeonato também se aplique à final da Taça de Portugal.

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A Associação de Futebol de Coimbra alimenta a esperança que a final da Taça de Portugal, que se disputa no dia 23 de maio no Estádio Cidade de Coimbra, casa da Académica, possa receber público no jogo entre Braga e Benfica, depois da notícia que será autorizado algum público na última jornada do campeonato.

O presidente da AF de Coimbra, Horácio Antunes, diz em entrevista a Bola Branca que o mesmo poderá acontecer na final da Taça de Portugal. Tudo depende das decisões do Governo, Direção-Geral da Saúde e entidades que regulam o futebol.

"Ouvir as notícias que a última jornada também vai ter assistência abre-nos a perspetiva que possa vir a acontecer o mesmo na Taça de Portugal, como se calhar seria a intenção dos clubes. Do meu ponto de vista, é plausível, mas tudo depende da vontade do governo e da evolução pandémica e das diretrizes da DGS. Se não houver evolução de casos e se a DGS o permitir, as entidades do futebol terão interesse em que haja assistência", afirma.

Horácio Antunes considera que seria mais seguro que houvesse adeptos dentro do estádio do que estes se juntarem nas imediações, evitando que aconteçam ajuntamentos desordenados como aconteceu na festa do Sporting.

"Seria muito mais agradável ter alguma percentagem de adeptos dentro do estádio, de uma forma correta e controlados pelas normas estipuladas, do que inevitavelmente os adeptos se desloquem e fiquem fora do estádio de forma desorganizada e transgredindo as regras da segurança, como se viu ontem nos festejos justos, mas desproporcionados do Sporting em Lisboa", acrescenta.

Horácio Antunes revela ainda que a FPF tem feito diligências para que adeptos de Benfica e Braga possam assistir à final da Taça de Portugal: "A Federação tem tentado junto da DGS e do governo que haja definição nessas orientações".

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