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Adjunto do FC Porto. “A arte de defender é tão bonita como a de atacar”

01 mai, 2021 - 00:07 • Redação

Vítor Bruno e a explicação para os minutos finais de sofrimento contra o Famalicão.

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O treinador adjunto do FC Porto resume a exibição do dragão com três palavras: “fomos sérios, honestos e humildes”.

“Entrámos bem perante uma equipa que tem vindo a subir de qualidade. A nossa entrada é forte, mas a saída de Corona acaba por desequilibrar um pouco a estrutura. A partir do momento em que ele saiu, tivemos de reconfigurar. A equipa deu a sensação de se perder um pouco no campo e o adversário acabou por empatar no único remate enquadrado que faz”, disse Vítor Bruno.

Em declarações à Sporttv, o braço direito de Sérgio Conceição reforça que “na segunda parte, voltámos à estrutura habitual e conseguimos uma exibição forte”.

“Esse é o segredo: em nenhum momento olhámos para o adversário com sorriso ou petulância. Fomos sérios, honestos e humildes na forma de abordar o jogo”, acrescentou.

Vítor Bruno referiu: “Na parte final podíamos ter feito mais um ou dois golos e aconteceu o que aconteceu, fruto da esperança de uma equipa que se agarra a tudo para ficar na Liga”.

Nos últimos instantes, o Famalicão pressionou e o FC Porto teve de sofrer para segurar o triunfo (3-2).

“Quem entra deve perceber que a arte de defender é tão bonita como a de atacar. Não podemos entrar a pensar em fazer golo, desmontar a nossa organização e depois sofrer”, disse.

O FC Porto vinha de um empate contra o Moreirense, mas a reação foi forte: “É sempre importante ganhar. Demos sempre uma boa resposta, a equipa tem esse ADN. Há umas semanas personificámos esse ADN na figura do Pepe. Penso que temos onze, doze, vinte e tal Pepes. Os jogadores encaram essa forma nobre de lutar, de se entregar ao jogo e querer mais”.

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