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Costa pede "um esforço para fazer avançar" acordo UE/Mercosul

20 abr, 2021 - 18:33 • Paula Caeiro Varela , com redação

No arranque da arranque da Cimeira Ibero-Americana, o primeiro-ministro deixou ainda a ideia de que a TAP é fundamental para as relações futuras entre a Europa e o sul-americano.

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O primeiro-ministro português, António Costa, sublinha que um acordo entre a União Europeia e o Mercosul será o maior acordo económico e comercial à escala global, por isso é uma das grandes apostas da presidência portuguesa da UE.

No encontro empresarial que antecedeu o arranque da Cimeira Ibero-Americana, em Andorra, o António Costa deixou essa ideia: apesar da dificuldade que encerra, é também um desafio muito estimulante.

“O acordo entre a União Europeia e o Mercosul será o maior acordo económico e comercial à escala global, por isso, temos que fazer um esforço para o fazer avançar. Temos que fechar agora o acordo complementar, que está muito avançado, sobre o tema do clima e da desflorestação, para que o acordo geral possa ser aprovado no conselho e no Parlamento Europeu. É difícil, mas o difícil é mais estimulante”, disse António Costa, em castelhano.


O primeiro-ministro deixou ainda a ideia de que a TAP é fundamental para as relações futuras entre a Europa e o mercado ibero-americano.

"Estamos a fazer um esforço imenso para proteger a nossa companhia aérea, a TAP, que é a ponte de ligação entre o Brasil e a Europa. A manutenção da TAP é essencial para que depois da crise [da covid-19] haja um crescimento mais forte das relações a todos os níveis entre a Europa e o espaço Ibero-Americano", sustentou o líder do executivo português.

António Costa referiu-se também a um dos principais momentos da presidência portuguesa do Conselho Europeu no primeiro semestre deste ano.

"Em junho, vamos também concluir a instalação do primeiro cabo de fibra ótica entre a América Latina e a Europa. Será uma ligação em Fortaleza (Brasil) e Sines (em Portugal)", apontou.

O Presidente da República optou por falar devagar, mas em português. Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que já não basta recuperar dos desequilíbrios económicos, é preciso reconstrução depois da pandemia e o FMI deve ter um papel nesse desígnio.

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