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Moçambique. Marcelo diz estar a "carregar baterias" quando questionado sobre recandidatura

14 jan, 2020 - 09:50 • Lusa

Presidente português chegou ao país na segunda-feira, aproveitando para visitar na quinta a cidade da Beira, afetada pelo ciclone Idai em 2019.

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Do barbeiro ao Mercado Central, Marcelo revisita Maputo
Do barbeiro ao Mercado Central, Marcelo revisita Maputo

Marcelo Rebelo de Sousa disse estar a "carregar baterias" em Moçambique quando questionado sobre uma eventual recandidatura à Presidência da República portuguesa, deixando a resposta em aberto.

"Estou a carregar baterias em Moçambique, pode ser que isso ajude em termos também de Portugal", respondeu, à saída de um encontro com o chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, no palácio da presidência em Maputo.

Marcelo encontra-se em Moçambique desde segunda-feira para uma visita de cinco dias centrada na tomada de posse de Nyusi para um segundo mandato, cerimónia agendada para quarta-feira.

"Quem está para tomar posse é o Presidente moçambicano. Vamos deixar cada coisa para seu momento", concluiu.

Marcelo Rebelo de Sousa cumpre o primeiro mandato como Presidente da República, que termina em 2021.

Justiça e língua portuguesa em destaque

Os dois casos por resolver em Moçambique do homicídio e desaparecimento de portugueses estiveram na agenda do encontro entre o Presidente português e o chefe de Estado Filipe Nyusi, num programa que inclui a língua portuguesa.

Da parte do chefe de Estado português, como referiu na segunda-feira, o homicídio de Inês Botas e o desaparecimento de Américo Sebastião estarão em cima da mesa de forma "evidente".

Questões jurídicas por esclarecer que no caso do homicídio de Inês Botas, em 2017, "dizem respeito aos tribunais, em termos de lentidão do processo", enquanto que sobre o desaparecimento de Américo Sebastião, em 2016, estão em causa "as investigações prévias à intervenção do tribunal", a cargo do Ministério Público moçambicano.

Depois deste encontro, a agenda de Marcelo prevê ainda uma visita à exposição "Português de Moçambique no Caleidoscópio" no Centro Cultural Português.

No programa consta um almoço com personalidades locais e, durante a tarde, a visita à Escola Portuguesa de Moçambique, onde funciona o ensino do pré-escolar ao 12.º ano de escolaridade, integrado no sistema de educação português.

A agenda do dia termina com uma receção oferecida à comunidade portuguesa numa unidade hoteleira da cidade - estima-se que haja entre 23 a 25 mil portugueses em Moçambique.

O Presidente português chegou ao país na segunda-feira, aproveitando para visitar na quinta a cidade da Beira, afetada pelo ciclone Idai em 2019. Marcelo Rebelo de Sousa viaja para Portugal no sábado de manhã.

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  • raul Silva
    14 jan, 2020 13:22
    Recandidatura ? O que de facto fez foi apresentar uma candidaturara ao famoso livro dos recordes. Ñinguém, até agora, tinha viajado quase 9.000 kms para cortar o cabelo.