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Caso Alcochete. Advogado do Sporting pede para que jogadores sejam ouvidos por videoconferência

03 dez, 2019 - 13:50 • Redação

Jogadores não querem estar próximos dos agressores. Caso a juíza Sílvia Pires não permita, Sporting pede para que arguidos não estejam presentes durante os testemunhos.

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Os jogadores do Sporting entregaram requerimentos à juíza do caso Alcochete, Sílvias Pires, para que prestem o seu testemunho por videoconferência, por não quererem estar próximos dos arguidos, autores do ataque de 15 de maio.

Os advogados vão pronunciar-se na quarta-feira sobre o tema e a juíza anunciará a decisão na sexta-feira de manhã.

Em causa estão os testemunhos de Ristovski, Acuña, Battaglia, Maximiano, Coates, Wendel e Bruno Fernandes.

Caso a juíza decida que os jogadores precisam de marcar presença física no Tribunal de Monsanto, o Sporting pede para que os arguidos não estejam na sala durante os testemunhos dos jogadores.

As sessões de inquirição aos jogadores estavam marcadas para esta semana, adiadas entretanto, visto que a equipa está no Minho desde domingo, devido a um duplo compromisso contra o Gil Vicente. As sessões ficaram marcadas para os dias 9 e 10 de dezembro, no caso de Maximiano, Wendel, Mathieu, Ristovski e Bruno Fernandes, e 17 de dezembro, no caso de Acuña, Battaglia e Coates.

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