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Militares da GNR prestaram declarações no caso de Alcochete

19 nov, 2019 - 22:31 • Redação com Rui Viegas.

Um dos advogados pediu a impugnação do auto de notícia relizado pela GNR sobre o ataque.

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Foram ouvidos três militares da GNR, esta terça-feira, na segunda sessão do julgamento do caso da invasão a Alcochete.

André Medinas, condutor do primeiro carro de patrulha da GNR a chegar a Alcochete, admite que esteve com vários jogadores dentro da academia, nomeadamente Rui Patrício, mas não se recorda de ver ninguém ferido.

A sessão ficou marcada pelo pedido de impugnação do auto de notícia realizado pela GNR, por Márcio Alves, comandante do posto, feito por um dos advogados de defesa de um dos arguidos, Miguel Matias.

"Pedimos a nulidade do auto de detenção que foi feito pela GNR, referindo que as declarações de alguns militares que estiveram na Academia após o ataque não batem certo. A questão que se coloca é se o que consta do auto corresponde à verdade. Invoco a falsidade desse auto, que terá como consequência não poder ser considerado como prova", disse, no fim da sessão, à imprensa.

Nesta sessão, apenas 25 dos arguidos marcaram presença e, novamente, nenhum prestou declarações. Bruno de Carvalho pediu dispensa na segunda-feira e não marcou presença.

A terça-feira sessão está marcada para quinta-feira, às 9h30.

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