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Governo confirma adiamento de obras ferroviárias prioritárias

19 nov, 2019 - 07:36 • Redação

Intervenções da Infraestruturas de Portugal estavam previstas no âmbito do Programa Ferrovia 20-20.

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A Infraestruturas de Portugal admite adiamentos nas obras ferroviárias, mas garante que não há cancelamentos. O esclarecimento surge após o "Jornal de Notícias" avançar que 18 obras previstas no âmbito do Programa Ferrovia 20-20, no valor de dois milhões de euros, foram suspensas ou atrasadas.

Por exemplo, na linha do norte, a renovação do troço entre Válega e Espinho, só deverá avançar em 2022 ou 2023.

Já eletrificação da linha do Douro entre Marco de Canaveses e a Régua, cuja conclusão estava prevista para o final do ano, está parada. À Renascença, a Infraestruturas de Portugal esclarece que essa obra apenas foi suspensa, devido a dificuldades do consórcio, que obrigam ao lançamento de novo concurso.

Segundo o JN, o contrato terá sido revogado "devido a dificuldades técnicas" e acrescenta que “nesta fase está a ser elaborado o projeto de execução, prevendo-se o lançamento do concurso de empreitada durante 2020”.

Também a eletrificação do troço entre Viana do Castelo e Valença regista um atraso de dois anos e só deverá estar completa em 2020. A nova linha ferroviária entre Espinho e Gaia deverá estar concluída no segundo trimestre de 2022, com quase três anos de atraso face ao plano inicial.

Comentários
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  • manuel ferraz
    19 nov, 2019 17:28
    Este governo antes das eleições fez promessas e mais promessas já havia comboios linhas ferroviárias abertas outras em obras outras em estudos. Agora que entraram acabou tudo. Sim tudo e temos que estar preparados vem aí outro empréstimo.
  • julio mota
    19 nov, 2019 peso da régua 15:32
    Este Governo que não faça mais promessas pois quantas mais fizer a sua credibilidade, já abalada, ainda o fica mais e os Portugueses do interior já não confiam em promessas que nunca são cumpridas
  • ANTONIO FERREIRA
    19 nov, 2019 10:11
    Pois já se adivinhava que era promessas eleitorais e depois vai-se a ver e nada...