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Mais de 660 mil pessoas visitaram a Torre dos Clérigos em 2017

12 fev, 2018 - 15:16

Recorde de visitas é assinalado com entradas gratuitas na quarta-feira, início da Quaresma e Dia dos Namorados.

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A Torre dos Clérigos, no Porto, recebeu 665.785 visitantes em 2017, mais 7% do que em 2016, e assinala este recorde com entradas gratuitas na quarta-feira, início da Quaresma e Dia dos Namorados, anunciou a Irmandade dos Clérigos.

Do total de pessoas que visitou a emblemática torre do Porto, 80% eram estrangeiros, verificado-se, apesar de tudo, um aumento no número de turistas nacionais na ordem dos 5% em relação ao período homólogo - isto é, 133.000 portugueses, entre grupos de escolas, academias seniores e famílias, visitaram o monumento.

A Irmandade dos Clérigos refere que, no final deste ano, será possível contabilizar, com maior precisão, todos os visitantes do edifício, porque desde 01 de janeiro foram colocados sensores nas entradas, permitindo distinguir os que visitam apenas a igreja dos que adquirem bilhete para acesso ao Museu e Torre dos Clérigos.

A mesma entidade acrescentou ainda que, a cada ano será convidado um grupo profissional para visitar o edifício gratuitamente, sendo os eleitos de 2018 os membros das forças armadas portuguesas, GNR, PSP, polícia de investigação e bombeiros, tendo apenas de apresentar a sua identificação profissional.

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Além de atingir o recorde de visitantes, a irmandade salienta que há outras vitórias a comemorar em 2017, nomeadamente a conquista da denominação de “Emblema Regional” pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e do European Union Prize for Cultural Heritage - Prémio Europa Nostra.

No ano passado, os Clérigos organizaram 22 iniciativas solidárias, apoiando com 500 mil euros várias instituições na área da saúde, investigação ou voluntariado hospitalar, realizaram 365 concertos de órgãos e acolheram, em parceria com a Câmara Municipal de Paços de Ferreira, a exposição temporária “The Best Furniture of The World”, patente ao público até março de 2018.

“Este ano teria sido perfeito a todos os níveis caso não tivesse ocorrido a morte do nosso bispo, o muito saudoso e querido D. António Francisco dos Santos, bispo do Porto, por inerência nosso presidente honorário”, disse o presidente da irmandade, padre Américo Aguiar.

Os Clérigos que o tempo escondeu
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