|

 Casos Ativos

 Internados

 Recuperados

 Mortes

A+ / A-

39 charcas e 3 barragens em Bragança para combater a seca

28 nov, 2017 - 07:43

O abastecimento para consumo está assegurado depois da construção da barragem de Veiguinhas, mas o autarca diz ser necessário também haver reservas para outros fins, nomeadamente agrícolas.

A+ / A-

O presidente da Câmara de Bragança anunciou que tem um plano para construir 39 charcas em todas as freguesias do concelho e três novas barragens para armazenar água e evitar problemas em períodos de seca.

O abastecimento de água para consumo da população da cidade está assegurado depois da construção da barragem de Veiguinhas, mas o autarca Hernâni Dias entende que é necessário também haver reservas para outros fins, nomeadamente agrícolas.

Para o efeito disse à agência Lusa que se propõe construir, em parceria com as freguesias, 39 charcas até ao final do mandado, um plano que considerou ser "ambicioso".

"É um objectivo muito ambicioso, estamos a falar de 39 charcas, só temos quatro anos, significa que teríamos de fazer dez charcas por ano, no mínimo, o que pode ser demasiadamente ambicioso, mas esse é o nosso objetivo", vincou.

O plano incluiu ainda a construção de três barragens na Serra da Nogueira, em Parada e em Macedo do Mato, mas estas não dependem apenas da vontade municipal, mas da autorização do Governo, como indicou.

Hernâni Dias afirmou que a autarquia já começou a "estudar de forma mais intensa" o local para a construção de uma barragem na Serra da Nogueira.

Disse ainda que vai "junto do Governo a reivindicar ao nível da construção de novas barragens, nomeadamente m Parada e também em Macedo do Mato".

Barragens ambicionadas

"São as três que estão identificadas como necessárias, sendo que também na barragem de Castanheira há uma questão que devia ser tratada por quem de direito, nomeadamente quem tutela a barragem, para substituir o sistema de rega de alagamento por rega por aspersão, o que seria um fator de poupança de água e também levaria a melhores níveis de eficiência ao nível dos consumos", acrescentou.

As barragens ambicionadas são "para rega, mas não significa que no futuro não possam vir a ser utilizadas para abastecimento de população", segundo o autarca.

O financiamento será uma questão para discutir posteriormente, já em relação às reservas com charcas, a autarquia assume os custos com a utilização essencialmente de meios municipais.

O trabalho já começou no terreno e a Câmara tem "estado a fazer com as juntas de freguesia essa identificação, já se fez a reabilitação de uma charca em Baçal e estão a agora avançar para a limpeza de represas em rios e ribeiras".

Tópicos
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • rui
    28 nov, 2017 Oeiras 13:33
    uma pergunta...onde é que estes senhores andaram nos ultimos anos ? agora que tudo ardeu é que vamos á prevenção ? agora que não chove ...é que vamos construir....
  • Mauro Moraes
    28 nov, 2017 Brasil; Vinhais-Bragança PT. 10:36
    Excelente iniciativa da Camara de Bragança. Parabéns.
  • AMIGO DE FRIEIRA
    28 nov, 2017 FRIEIRA 10:27
    QUE GRANDE PRESIDENTE DE CAMARA TEMOS. UM PRESIDENTE QUE SE PREOCUPA COM O BEM ESTAR DOS SEU MUNICIPES SO MERECE UM APOIO GRANDE PARA PODER REALIZAR TODAS ESTAS OBRAS PARA BEM DO NOSSO CONCELHO. FORÇA SR. PRESIDENTE.
  • Marcos
    28 nov, 2017 Lisboa 10:13
    Não são barragens. Se servem para regadio são açudes!
  • 28 nov, 2017 10:05
    Parabéns aos autarcas de Bragança por pensarem estrategicamente.
  • r
    28 nov, 2017 09:32
    Não esperem pelo governo central que vai para a guerra com armas alugadas (incendios).