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PSP monta “grande dispositivo de segurança” do Parque das Nações a Alcântara

06 nov, 2017 - 10:35

Está em marcha um dispositivo com uma panóplia de valências. Evento decorre entre 6 e 9 de Novembro em Lisboa.

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A PSP preparou um vasto dispositivo com uma “panóplia de valências” para garantir a segurança da Web Summit, que arranca esta segunda-feira em Lisboa. Um policiamento extra que vai ser visível em vários pontos da cidade.

“A Polícia de Segurança Pública preparou um grande dispositivo policial para assegurar a segurança de todo o evento, não só na zona do Parque das Nações, porque o evento de se estende por toda cidade, mas também no Bairro Alto, Cais do Sodré e no Lx Factory, que é um ponto novo que o Web Summit escolheu para também acolher algumas actividades”, avançou à Renascença o subcomissário Hugo Abreu.

O mesmo responsável descreve “um dispositivo integral com uma panóplia de valências, desde a investigação criminal aos elementos de patrulha" e ainda "equipas de intervenção rápida”.

Segundo o subcomissário Hugo Abreu, foram adoptadas outras novidades, em consonância com os organizadores do evento tecnológico.

“Este ano, há medidas adicionais de segurança que assentam em medidas preventivas: vamos ter detectores de metais e aparelhos de raio-x nas entradas do evento para que as pessoas e bagagens sejam revistadas. O objectivo é garantir que nada de proibido entre no recinto”.

Para esse motivo, foi montada uma tenda no Parque das Nações onde os participantes podem deixar as bagagens em segurança enquanto assistem ao evento.

Já o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) reforçou, até 10 de Novembro, o efectivo no aeroporto de Lisboa devido aos milhares de pessoas que são esperadas para a conferência global de tecnologia.

A cimeira tecnológica, que nasceu em 2010 na Irlanda, mudou-se para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois. Este ano decorre entre 6 e 9 de Novembro.

Para 2017, esperam-se cerca de 65 mil pessoas, depois de, no ano passado, o evento ter registado 53 mil visitantes de 166 países.

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  • 06 nov, 2017 LX 13:42
    Os polícias mais parecem fuzileiros...E aos que se queixam de terem polícias ao serviço do comum cidadão "Para a Web Summit, há polícia para os proteger. Para o cidadão pagador de impostos, não existem os efectivos necessários, para os defender de agressores e ladrões!" têm que perceber que hoje tudo é cliente e só usufrui de serviços essenciais quem paga, segundo a lógica do "utilizador, pagador"
  • Antonio Ferreira
    06 nov, 2017 castanheira do ribatejo 12:36
    Isto é uma vergonha. É um evento de ricos, para ricos. E quem paga todos estes luxos e mordomias somos nós: Trânsito cortado/condicionado em diversas artérias da capital, espaços públicos interditados, Parque das Nações praticamente vedado aos lisboetas, despesas extraordinárias com a segurança e bem-estar dos marmanjos que foram corridos a pontapé da Irlanda, vai para dois anos e caíram em Lisboa por favores do governo. É um grande negócio para a FIL que embolsa mais de um milhão de euros, com a cedência de serviços e instalações e para o antigo pavilhão Meo/Altice Arena (antigas infraestruturas que ficaram da Expo 98 e que o Estado "vendeu" de mão-beijada a amigos e comparsas), só não é um bom negócio para os lisboetas e também não o é para as nossas startups, sem possibilidades de pagar os preços proibitivos praticados pela organização do evento.
  • 06 nov, 2017 12:25
    O "grande dispositivo de segurança" não é do Parque das Nações a Alcântara, mas sim no Parque...
  • Carlos Silva
    06 nov, 2017 Amora - Seixal 11:53
    Para a Web Summit, há polícia para os proteger. Para o cidadão pagador de impostos, não existem os efectivos necessários, para os defender de agressores e ladrões!
  • zeca
    06 nov, 2017 Lisboa 11:44
    palhaçada do crl!!!