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O livro é a única estrela no Correntes d'Escritas

23 fev, 2016 - 14:17

“Ninguém que passe pela Póvoa de Varzim, fica indiferente ao Correntes d’Escritas” A 17.ª edição começa esta terça-feira e vai até 1 de Março.

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A 17.ª edição do festival Correntes d’Escritas, uma das imagens de marca da Póvoa de Varzim, começa esta terça-feira, com 80 autores participante, mais vinte do que no ano passado.

Entre os nomes que vão passar pela Póvoa até dia 1 de Março, estão os de Manuel Alegre, Mário Zambujal, Valter Hugo Mãe, João de Melo e Afonso Cruz, entre muitos outros, mas o vereador da Cultura, Luís Diamantino, diz que não gosta de destacar nomes, sob o argumento de que são os textos que devem brilhar: “A única estrela no Correntes d'Escritas é o livro. E tudo gira à volta do livro. A promoção do livro e da leitura é que é essencial.”

Mesas redondas, exposições e sessões de cinema integram o programa, a de 29 sessões de lançamento de livros, actos que nas palavras de Luís Diamantino constituem a abertura do ano literário. “Valter Hugo Mãe costuma dizer que o Correntes é Frankfurt de Portugal, porque o ano literário começa aqui na Póvoa do Varzim”, justifica.

As homenagens a António Lobo Antunes são transversais a vários projectos do Correntes deste ano, nomeadamente, a revista literária que faz da obra deste autor jo tema principal.

Luís Diamantino sublinha que os visitantes do Correntes D’Escritas são cada vez mais jovens, fruto da intervenção junto das escolas que permite a “renovação do público”. Para o autarca, o que distingue este festival é o seu aspecto democrático: "Aqui, não há elitismo. Todos são tratados por tu. Não há doutores, não há professores, o espectador pode intervir, os escritores estão ali e falam com os leitores, trocam opiniões, vão tomar um café com eles. Não há aqui barreiras.”

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