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​Incêndios. Indemnizações serão pagas “num tempo como nunca sucedeu em Portugal”

30 nov, 2017 - 11:53

"Estou certo que o fará num tempo como nunca sucedeu em Portugal", garante o ministro da Administração Interna, na Manhã da Renascença.
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Entrevista a Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, na Manhã da RR (30/11/2017)
Entrevista a Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, na Manhã da RR (30/11/2017)

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, garante que as indemnizações aos familiares das vítimas dos incêndios que atingiram a zona centro do país vão ser pagas em tempo recorde.

“O caso anterior, que era um caso excepcionalíssimo de pagamento de indeminizações num prazo muito curto, foi o ligado ao acidente de Entre-os-Rios, há 17 anos. Neste caso, usámos a mesma metodologia, uma entidade independente para fixar critérios de indemnização. As três personalidades que constituíram essa comissão em menos de um mês fixaram os critérios. Cabe agora à provedoria de Justiça aplicar esses critérios a cada caso concreto. Estou certo que o fará num tempo como nunca sucedeu em Portugal”, disse à Renascença Eduardo Cabrita.

O conselho para a atribuição de indemnizações às vítimas dos incêndios entregou esta terça-feira o relatório ao primeiro-ministro, fixando em 70 mil euros o valor mínimo para privação de vida, ao qual se somam ainda mais dois critérios.

Os pedidos de indemnização devem ser entregues até 15 de Fevereiro junto da Provedoria da Justiça.

As situações mais graves de incêndios em Portugal este ano ocorreram em Junho, em Pedrógão Grande - quando um fogo alastrou a outros municípios e provocou, segundo a contabilização oficial, 64 mortos e mais de 250 feridos -, e a 15 de Outubro passado, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, que provocaram 45 mortos e cerca de 70 feridos, perto de uma dezena dos quais graves.

Comentários
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  • couto machado
    03 dez, 2017 Porto 20:07
    Como nunca se viu ? Vai ser tarde, mal e nunca, como se diz aqui na minha rua....
  • Filipe
    01 dez, 2017 évora 00:25
    Eu se fosse representante das pessoas não aceitava ! Então pagam 70 mil a um velhote tal como a uma criança ? Então pagam 70 mil a quem não conhecia o local e foi enviado para a estrada da morte ? Então pagam 70 mil a quem desobedeceu a ordens para evacuar e voltou a trás ? Então como é ? Qual os critérios na qual pagam por ventura de danos patrimoniais a empresas muito mais que 70 mil e por uma vida perdida a mando do Estado . só 70 mil ? Só 70 mil ? Só 70 mil quando vão para tribunais pedir aos 200 mil por publicações de fotos indevidas , devassa de vida privada em livros ... e outras difamações ... etc. , também aqui os Estado está a economizar ? Exemplo : mataram uma criança , foi ? Então 300 mil nem chega para terem tido a coragem de Hitler como matava crianças nos campos concentração Nazis . O Estado Português devia ser OBRIGADO a reconstruir a vida dos desgraçados que perderam famílias nessa matança a sangue frio , só 70 mil ? 70 mil ganha o Tony e Companhia numa tardada de canções copiadas ! Tenham tato !