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Jornalista da Renascença vence prémio na área da dor

13 out, 2017 - 12:18

"Vidas de Dor, corpos que não desistem", do jornalista André Rodrigues, foi distinguido pelo júri. A dor crónica atinge pelo menos um em cada três portugueses.
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Reportagem - Dor crónica. Um mal para muitos que sai caro a todos - 06/06/2017 - André Rodrigues
Reportagem - Dor crónica. Um mal para muitos que sai caro a todos - 06/06/2017 - André Rodrigues

O jornalista André Rodrigues, da Renascença, venceu a 6.ª edição do Prémio Anual de Jornalismo, promovido pela Fundação Grünenthal e pela Associação Portuguesa para o Estudo da Dor. A distinção teve em conta critérios como a criatividade, investigação, relevância e qualidade das peças jornalísticas.

André Rodrigues foi o vencedor do primeiro prémio desta edição, no valor de 2.000 euros, com a reportagem “Vidas de dor, corpos que não desistem”.

O trabalho da jornalista Bárbara Baldaia, intitulado “Um dia de cada vez”, foi distinguido com o segundo prémio no valor de 1.000 euros. Foi ainda atribuída uma menção honrosa ao trabalho da jornalista Paula Rebelo, da RTP, sobre dor nas crianças.

Goulart Machado e Carlos Lobato (Casa da Imprensa), Beatriz Craveiro Lopes (Fundação Grünenthal), Teresa Fontinhas e Figueiredo Lima (Associação Portuguesa para o Estudo da Dor) foram os elementos que integraram o júri da 6.ª edição do Prémio Anual de Jornalismo.

Os prémios vão ser entregues no dia 14 de outubro, no final do “Simposium APED – Dor Pós-Cirúrgica”, a realizar-se no Hotel Ipanema Park, no Porto.

De acordo com a Associação Internacional para o Estudo da Dor, a dor é uma experiência multidimensional desagradável, envolvendo não só uma componente sensorial mas também uma componente emocional, e que se associa a uma lesão tecidular concreta ou potencial, ou é descrita em função dessa lesão.

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