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Roubo de armas em Tancos. Estruturas de comando do Exército reúnem-se esta segunda-feira

03 jul, 2017 - 10:33

A reunião é presidida pelo chefe de Estado Maior do Exército (CEME), general Rovisco Duarte, e decorre a partir das 15h00, nas instalações do Exército, em Lisboa.
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O que sabemos sobre o furto de armas de guerra em Tancos

O chefe de Estado Maior do Exército, Rovisco Duarte, vai presidir, esta segunda-feira, em Lisboa à reunião das estruturas de comando alargada do Exército.

Fonte oficial do Exército disse à Renascença que a reunião das estruturas de comando alargada do Exército “já estava marcada antes do incidente de Tancos” e vai reunir generais e coronéis com funções de comando a nível nacional.

A reunião é presidida pelo chefe de Estado Maior do Exército (CEME), general Rovisco Duarte, e decorre a partir das 15h00, nas instalações do Exército, em Lisboa.

A reunião realiza-se numa altura em que decorrem as investigações sobre o roubo de material de guerra na Base Aérea de Tancos.

“É possível que o chefe do Estado-Maior do Exército acrescente à agenda da reunião a questão de Tancos”, adiantou a mesma fonte sem especificar os pontos que vão estar em análise.

O Exército anunciou na quinta-feira que foi detetada na quarta-feira, ao final do dia, a violação dos perímetros de segurança dos Paióis Nacionais de Tancos e o arrombamento de dois 'paiolins'.

Entretanto, o chefe do Estado-Maior do Exército, Rovisco Duarte, anunciou no sábado que demitiu cinco comandantes de unidades do ramo para não interferirem com os processos de averiguações sobre o furto de material de guerra em Tancos.

"Não quero que haja entraves às averiguações e decidi exonerar os cinco comandantes das unidades que de alguma forma estão relacionadas com estes processos", anunciou Rovisco Duarte, em declarações à RTP.

Os militares exonerados são o comandante da Unidade de Apoio da Brigada de Reação Rápida, o comandante do Regimento de Infantaria 15, o comandante do Regimento de Paraquedistas, o comandante do Regimento de Engenharia 1 e o comandante da Unidade de Apoio de Material do Exército.


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  • Luis
    03 jul, 2017 Lisboa 13:54
    Reunem-se, para almoçar?
  • Sougus
    03 jul, 2017 Espinho 13:48
    CITAÇÃO de Vasco, com todo o meu acordo. Quem fez a guerra colonial sabe por experiência qualquer o castigo que seria aplicado a toda a estrutura militar num caso destes. O primeiro a dimitir-se deveria ser o Comandante Chefe das Forças Armas, uma vez que o não fez teria de ser imediatamente afastado pelo ministro. a não ser assim e a ser verdade o que um comandante já por aqui disse que os militares no seu local de sentinela não podem disparar só posso entender que temos um exercito de faz de conta, muitos generais e outras patentes bem pagas.... para desfi A propósito do roubo de material de guerra num Paiol do quartel de Tancos, apenas quero dizer o seguinte: Como é possível que um local onde são armazenados explosivos, armas munições etc.não seja guardada por uma secção ou pelotão de militares 24H por dia, fui militar em Stª Margarida e era assim que acontecia, havia lá um enorme Paiol repleto de explosivos e estava lá sempre um pelotão a guardá-lo, e claro está, que ninguém se aventurava sequer a aproximar-se quanto mais a furtar material, agora e neste caso passar por lá de vez em quando é claro que os "assaltantes" ouvirão a viatura a aproximar-se escondem-se e a seguir voltam ao trabalhinho, digo eu. Se não têm Militares que cheguem, que reponham o serviço Militar em obrigatório o que para além de evitar situações como esta também concorrerá para que mais gente esteja minimamente preparada para numa eventual situação de guerra saber defender a população e o seu País
  • António dos Santos
    03 jul, 2017 Coimbra 13:12
    Em vez desta reunião, o CEME, se tivesse um pingo de honra, bem como o CEMGFA, deviam demitir-se de imediato e pedir a saída dos quadros, para não continuarem a sugar o povo português.
  • Vasco
    03 jul, 2017 Viseu 12:39
    A propósito do roubo de material de guerra num Paiol do quartel de Tancos, apenas quero dizer o seguinte: Como é possível que um local onde são armazenados explosivos, armas munições etc.não seja guardada por uma secção ou pelotão de militares 24H por dia, fui militar em Stª Margarida e era assim que acontecia, havia lá um enorme Paiol repleto de explosivos e estava lá sempre um pelotão a guardá-lo, e claro está, que ninguém se aventurava sequer a aproximar-se quanto mais a furtar material, agora e neste caso passar por lá de vez em quando é claro que os "assaltantes" ouvirão a viatura a aproximar-se escondem-se e a seguir voltam ao trabalhinho, digo eu. Se não têm Militares que cheguem, que reponham o serviço Militar em obrigatório o que para além de evitar situações como esta também concorrerá para que mais gente esteja minimamente preparada para numa eventual situação de guerra saber defender a população e o seu País.
  • XUXAS MANIPULADORES
    03 jul, 2017 Lx 12:01
    Srs. Generais e que tal uma revolução à séria sem flores nas armas para ver se este sítio fica mais decente? De facto, este país atingiu o grau zero da política com estes geringonços a passar culpas uns para os outros e sem assumirem responsabilidades políticas das opções que fizeram com as cativações e o resultado está à vista: armas roubadas da PSP no ano passado de que nada se sabe, 64 mortes e 250 feridos sem que a Ministra assuma a responsabilidade política bem como o anterior MAI, hoje travestido de 1º Ministro, um verdadeiro pantomineiro e mestre da mentira, e ainda esta pouca vergonha do roubo de material de guerra...Este país tornou-se anedótico e sem coluna vertebral com a geringonça....