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“Somos nós ou eles”. Para Fillon, a luta contra o “totalitarismo islâmico” é prioridade

21 abr, 2017 - 11:27 • Rui Barros

O candidato às presidenciais francesas reage ao ataque terrorista desta quinta-feira e endurece o discurso contra o Estado Islâmico a poucos dias do sufrágio.
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Um ataque a dois dias das eleições francesas. Como reagiram os candidatos?

O candidato conservador às eleições francesas, François Fillon, realçou, esta sexta-feira, a importância que o próximo presidente francês terá de dar à luta contra o “totalitarismo islâmico” e colocou essa luta como uma das suas prioridades máximas no que toca à política externa.

"Farei desta luta pela liberdade e pela segurança nacional a minha própria luta", afirmou o candidato.

Reagindo ao ataque terrorista que matou um polícia, esta quinta-feira, nos Campos Elísios, em Paris, o candidato do partido “Os Republicanos” apontou “a batalha pela liberdade e pela segurança francesa” como a prioridade que o próximo presidente precisa de ter e apontou a “determinação” e a capacidade ter “cabeça fria” como uma característica essencial para esta luta.

“Estamos em guerra. Não há alternativa. Somos nós ou eles”, frisou Fillon, que acrescentou: "Em momentos como este, temos que mostrar aos nossos inimigos que a França está unida e sem medo. Mas também temos que nos manter focados e não podemos ser inocentes. Estamos em gueera e será uma guerra longa. O inimigo é poderoso e os seus cúmplices vivem entre nós".

O candidato conservador, que após os sucessivos escândalos de corrupção, tem sido colocado atrás do centrista Macron e da candidata da extrema-direita, Le Pen, tem apostado num discurso voltado para as questões da segurança nacional.

“O Islão radical está a desafiar os nossos valores e a força do nosso carácter”, apontou o Fillon.

O atentado desta quinta-feira acontece a três dias das eleições presidências em França, num momento em que Marine Le Pen, da extrema-direita, lidera as sondagens. Esta sexta-feira, também em reacções ao ataque terrorista, a líder da Frente Nacional exigiu o fecho de mesquitas radicais e a expulsão de estrangeiros sinalizados.


Comentários
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  • P/RR
    21 abr, 2017 uma rádio sem direito à expressão 13:21
    Então o meu comentário e a minha opinião onde é que está? Pronto, agora com o tal ao serviço, nem vale a pena comentar nada. Pois não se pode criticar nada, nem terroristas, nem se ter opinião diferente ao Sr. p- c-lho. Estamos no fascismo. A hipocrisia de determinadas pessoas, é uma coisa impressionante.
  • Maisumpapagaio
    21 abr, 2017 uma conversa que não diz nada 12:34
    Este sujeito acaba por não dizer nada, isto é a conversa papagaia de sempre e que é dita por todos os lideres...Mas vais lutar como contra o terrorismo? Fazendo o mesmo que o holand tem feito e os outros lideres?! Pelo amor de Deus, não ofenda a inteligencia dos outros. Se tivesses calado ou dizeres o que dizes é a mesma me-da. Não diz absolutamente nada este parvalhão.