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União das Misericórdias diz que sustentabilidade das unidades de cuidados continuados está no "limite"

20 mar, 2017 - 15:06 • Henrique Cunha

Misericórdias e Instituições particulares de solidariedade social representam 55% da rede nacional de cuidados continuados.
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A União das Misericórdias Portugueses (UMP) avisa que está próximo o “limite da sustentabilidade” das unidades de cuidados continuados.

Uma portaria recente do Governo avança com novas exigências no plano da contratualização, o que levou representantes dos prestadores privados de cuidados continuados integrados de Lisboa e Vale do Tejo a pedir audiências urgentes no Parlamento por considerarem que a situação está a deixar as instituições “à beira da ruptura".

A UMP não subscreveu a carta enviada ao Parlamento, mas o seu presidente, Manuel Lemos, diz à Renascença que comunga da maioria das preocupações manifestadas pelos privados de Lisboa e Vale do Tejo.

Manuel Lemos admite que a situação nas unidades de cuidados continuados está a “chegar ao limite do sustentável” porque “ao longo dos últimos seis anos não houve nenhum acerto nas contratualizações” e o Estado continua a atrasar-se nos pagamentos.

A estas dificuldades, o presidente da UMP junta-lhes uma portaria aprovada pelo actual Executivo “prévia negociação com os parceiros”.

As misericórdias e Instituições particulares de solidariedade social representam 55% da rede nacional de cuidados continuados.

O CDS já entregou um requerimento na comissão parlamentar de Saúde a solicitar o agendamento de uma audição aos representantes das unidades de cuidados continuados integrados.


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