O site da Renascença usa cookies. Ao prosseguir, concorda com o seu uso. Leia mais aqui.
|
A+ / A-

D. Jorge Ortiga exige “coragem” para defender “questões vitais"

18 mar, 2017 - 00:41 • Isabel Pacheco

"A Igreja ganha vida quando perde o medo de mergulhar nos debates culturais”, defendeu o arcebispo de Braga, na abertura do ciclo de conferências “Nova Ágora”.
A+ / A-

O Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, pede “coragem” na defesa de “questões vitais” e lembra que a pluralidade não pode colocar em causa nem os valores nem a fé.

“A pluralidade exige a coragem de assumir e defender convicções profundas sem que correntes minoritárias, por vezes contrárias, nos desviem de opções vitais. A minha personalidade é moldada, em certa medida, por aquilo que me rodeia e pelas pessoas que me cruzo. Mas, parece-me justo, contudo, defender a recusa de qualquer ideologia que pretenda o aniquilamento dos valores ou da fé”, disse D. Jorge, na abertura do ciclo de conferências “Nova Ágora”, que decorre em Braga, .

O também presidente da comissão episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana lembrou que o multiculturalismo é “também um caminho de aprendizagem”.

“Há novas interrogações às quais não podemos fugir. Na verdade, nem queremos fugir. A Igreja ganha vida quando perde o medo de mergulhar nos debates culturais”, acrescentou.

Debate, mas também tolerância, diálogo e compromisso são os pilares dos encontros “Nova Ágora”, promovidos pela Arquidiocese de Braga, que depois da primeira reflexão sobre o multiculturalismo, discute na próxima sexta-feira “A saúde e a qualidade de vida”.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.