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Rui Rio sugere imposto para pagar a dívida pública

12 dez, 2016 - 21:34

Ideia passa por reduzir alguns impostos para que não haja aumento da carga fiscal.
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O ex-presidente da Câmara do Porto Rui Rio sugeriu esta segunda-feira uma redução do IVA, do IRS e do IRC para, em contrapartida, ser criado um imposto consignado ao pagamento dos juros da dívida pública.

“A minha pergunta é: não seria salutar que nós reduzíssemos o IVA, o IRS, o IRC, os três, só num, dois deles e, por contrapartida, criássemos um imposto, vou dizer uma palavra que tecnicamente não se pode dizer, mas para me fazer entender, consignado ao pagamento dos juros da dívida pública”, questionou, enquanto moderador da mesa redonda “Economia e Fiscalidade no OE2017”, realizada no Porto.

E acrescentou: “um imposto que teria, portanto, de dar uma receita no próximo ano de 8,3 mil milhões de euros”.

Por contraposição, outros impostos baixariam em igual montante e, assim, não haveria aumento da carga fiscal, mas os portugueses saberiam que ao pagarem o imposto, aquela verba não seria para a saúde, educação e obras públicas, mas para pagar os juros decorrentes das dívidas contraídas há anos, considerou.

“Os impostos, penso que não podem ser consignados, mas o IMI também não pode ser para o Estado e vai ser uma parte dele para o Estado”, disse.

Segundo Rui Rio, é importante que todos entendam que aquilo que se gasta hoje a mais vai ter implicações no futuro.

Comentários
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  • Jorge
    13 dez, 2016 Seixal 16:49
    Conclusão: Vamos todos pagar o mesmo ou mais em impostos, mas, retira-se mais uns milhões do orçamento geral do estado para a saúde, educação e obras públicas. Com algum jeitinho ainda tira mais algum aos reformados para pagar a divida. É tudo farinha do mesmo saco. Este pafioso pensa que os portugueses são parvos. .
  • tuga
    13 dez, 2016 lisboa 10:58
    Swaps, PPP´s, Fundações, organismos, institutos, que só servem para os boys mamarem, pensões vitalícias, reduzir o numero de deputados, o perdão fiscal às grandes empresas, partidos e fundações, dinheiro gamado na banca?? onde está?? quem gamou tem bens?? onde estão?? A dívida vão às pensões vitalícias e aos partidos que estiveram nos governos e assembleia da republica e cobrem-lhes uma taxa foram eles que fizeram a dívida!!!! ESTÃO A VER NUM BOCADINHO JÁ ARRANJEI MUITOS MILHARES DE MILHÕES!!!! A politicada não vai por este caminho porque TODOS mamaram e mamam na mesma teta!!!!!
  • Bento Fidalgo
    13 dez, 2016 Agualva 10:48
    Acho bem mas, que seja pago só pelos funcionários do estado, pessoal das câmaras, dos institutos, fundações e políticos que são os que beneficiam da dívida ou originam, a mesma, ou não estando.nestes grupos, também ajudam na má gestão dos dinheiros públicos.
  • Manuel
    13 dez, 2016 Aveiro 10:43
    De políticos incompetentes já o país está farto. Esse senhor deve estar calado, pois quando há "borrada" nas contas públicas, quem paga é sempre o mais desfavorecido...E não digo mais...
  • ZE MOCA
    13 dez, 2016 ALFRAGIDE 09:18
    outro fascista a querer que seja o povo a pagar a porcaria que eles fazem... que a pague os ladroes dos politicos corruptos, os ladroes dos gestores das empresas publicas que so dão prejuízo, e os senhores multimilionários portugueses que so chulam a sociedade portuguesa ao pagarem salaries de 400 euros por mês aos trabalhadores.
  • Agostinho
    13 dez, 2016 Lisboa 05:47
    Os impostos deveriam ser pagos somente por esse bando de político inconsequente que levou o País a esta situação de dívida.
  • ILUSÕES...
    12 dez, 2016 Lx 22:26
    Este Rio não tem ponta por onde se pegue...É o António Vitorino do PS...Agarra-se senão bato-te...Um cobarde político que nunca se chega à frente. Passos ganhou as eleições depois de 4 anos de vacas magras por responsabilidade dos despesistas de esquerda e dos bandalhos dos socialistas que nos deixaram de tanga e na bancarrota. Os portugueses estão fartos de conversa da tanga, de demagogos como o pantimoneiro Costa e seus apoiantes.Querem que se lhes falr a verdade e querem rigor na gestão dos destinos do país.