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Revelada lista de 39 colégios que perdem apoio estatal

21 mai, 2016 - 00:11

Neste lote de estabelecimentos que não poderão abrir novas turmas em início de ciclo está, por exemplo, a cooperativa Didáxis, que há dois anos estava entre as 20 instituições que recebia mais apoio em subvenções públicas.
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O Ministério da Educação divulgou esta sexta-feira a lista de 40 escolas privadas elegíveis para se candidatarem aos contratos de associação. De fora ficam 39 colégios.

Neste último lote de estabelecimentos que não poderão abrir novas turmas em início de ciclo está, por exemplo, a cooperativa Didáxis, que há dois anos estava entre as 20 instituições que mais subvenções públicas recebia (11,6 milhões de euros).

Estes 39 colégios perderam financiamento para criar novas turmas nos 5.º, 7.º e 10.º ano, a partir do próximo ano lectivo.

Antes desta notícia ser conhecida, o Movimento Defesa da Escola Ponto anunciou esta sexta-feira a realização de uma manifestação nacional de protesto contra as medidas tomadas pela tutela relativamente aos colégios com contrato de associação.

Lista completa das escolas que perdem financiamento para turmas em início de ciclo

  • Externato Vila Meã
  • Didalvi – Cooperativa de Ensino do Alvito – São Pedro, CRL
  • Colégio La Salle
  • ALFACOOP – Externato Infante D. Henrique
  • ANCORENSIS – Cooperativa de Ensino
  • Colégio Paulo VI
  • Externato Dom Afonso Henriques
  • Instituto Nun’Álvares
  • Colégio Liceal de Stª Mª de Lamas
  • Colégio de Campos
  • Didáxis – Cooperativa de Ensino – Riba D’Ave
  • Escola Cooperativa Vale de S. Cosme
  • Externato Delfim Ferreira
  • Colégio Nª Srª da Boavista
  • Colégio Vizela
  • Instituto D. Duarte Lemos
  • Colégio Nossa Senhora da Assunção
  • Salesianos de Mogofores – Colégio
  • Instituto Vasco da Gama
  • Colégio Dom José I
  • Estabelecimento de Ensino Santa Joana
  • Colégio Rainha Santa Isabel
  • Colégio São Teotónio
  • Colégio de S. José ( Irmãs Dominicanas )
  • Colégio Ap. Imaculada Conceição – Instituto Inácio de Loyola
  • Colégio de São Martinho
  • Colégio Bissaya Barreto
  • Instituto Educativo de Lordemão
  • Instituto Educativo de Souselas
  • Externato Nossa Senhora dos Remédios
  • Colégio de Quiaios
  • Instituto Pedro Hispano
  • Escola Reg. Dr. José D. Fonseca – Arrifana
  • Colégio Senhor dos Milagres
  • Instituto de São Tiago – Cooperativa de Ensino, CRL
  • Escola Evaristo Nogueira
  • Instituto Vaz Serra
  • Colégio Rainha D. Leonor
  • Externato Bartolomeu Dias

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Comentários
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  • rosinda
    15 set, 2016 palmela 03:14
    parece brincadeira com a quebra do financiamento do estado a colegios ja estao perto de 500 pessoas no desemprego ! Agora estas pessoas deviam pedir trabalho na tvi o manuel luis goucha e a peixeira contribuiram para lavar as cabeças no dia que receberam o representante dos colegios!A minha nao me lavaram eles o voce na tv para mim acabou por varios motivos.
  • ;Manuel Azevedo
    30 mai, 2016 Santo Tirso 16:35
    Está visto ,esta geringonça quer acabar com o resto das cruzes que ainda existem nas poucas escolas do nosso Pais que são os colégios, é perseguição á igreja católica , para mesquitas muçulmanas já não falta dinheiro! certamente subsídios do estado deve ser só ,para que virar para muçulmano é o que está acontecer em lisboa com
  • António
    23 mai, 2016 Lisboa 19:03
    REFERENDO JÁ !!! REFERENDO JÁ !!!! REFERENDO JÁ !!! REFERENDO JÁ !!!!
  • Fernando
    23 mai, 2016 Famalicão 15:50
    No 7º ano inscrevi a minha filha numa escola que agora não pode abrir novas turmas. Nem resposta tive da dita escola que recebia balúrdios do estado.
  • Joana Gonçalves
    23 mai, 2016 Cascais 15:12
    Concordo plenamente com esta medida do Governo. As pessoas devem ser informadas que os contratos de associação são exceção e não regra. Se os pais querem colocar os filhos numa escola privada e têm uma escola pública na proximidade, devem pagar a mensalidade como todos os outros que pagam. Os contratos de associação servem para quem não tem escola pública na proximidade e não para quem não quer colocar na escola pública.
  • JorgeV
    23 mai, 2016 Lisboa 15:07
    Ao Estado compete assegurar o ensino e é o que está a fazer ou nas escolas públicas ou financiando turmas em colégios nos locais aonde não existem escolas públicas. Existindo escolas públicas quem quiser ter os filhos no "colégio" que pague. Eu paguei pelos meus filhos, foi uma opção. Um deles esteve posteriormente numa universidade privada e também paguei o outro conseguiu entrar no ensino público e, obviamente, foi muito mais barato. Ninguém o impede a escolha, se não há escola pública num raio de oito Km o privado que assegurar o ensino (em cumprimento da Constituição) terá as turmas financiadas, se houver, os papás que paguem. É difícil compreender uma coisa tão elementar? Àqueles que se dizem professores no público e que vêm defender os privados (sem justificação de financiamento) pergunto qual foi a sua atitude em defesa do não aos recibos verdes e à carga horária dos colegas? Todos podem escolher desde que assumam os eventuais custos dessas escolhas. O que farão os papás aos seus educandos que não conseguirem entrar no ensino universitário público? Talvez tenham de pagar no privado, não será? Mas também isso é uma opção pois sempre podem deixá-los com o ensino obrigatório; o que mais falta são trabalhadores especializados... o pior são os papás terem de dizer aos amigos que a descendência não conseguiu entrar no ensino superior... assim como agora não poderem dizer que vão levar os rebentos ao "colégio".
  • Flávia Peixoto
    22 mai, 2016 Vila-Meã 18:28
    Boa tarde! Apenas me venho aqui expressar por um simples motivo, fala-se aqui em elite!?? Vem eu estudei num destes estabelecimentos que irão perder o financiamento. O Externato de Vila-Meã, escola na qual estudaram e estudam filhos de famílias portuguesas de todo e qualquer extrato social. 50anos, ex alunos que hoje lecionam nesta mesma escola. Mensalidade? Não... É um estabelecimento escolar normal, com pessoas normais! Querem mais... FAMÍLIA, sim... Fomos, somos e seremos uma família! Instalações fantásticas, professores excelentes, qualidade e mérito. Gostaria imenso de saber para onde irão estudar estas crianças e adolescentes. Amarante? Talvez... Mas não sei até que ponto existem infraestruturas para acolher estas centenas de alunos. Há pois já me esqueciam. Irá ser gasto o € que nos vão retirar na bem feitoria de novas obras nas escolas públicas! E os professores? Despregou?! Aqui está a resposta. Deprimente!
  • Hernâni
    21 mai, 2016 Santarém 20:50
    Não me parece lógico que uma economia de mercado injecte capitais públicos em entidades privadas nas circunstâncias em causa, aquele dinheiro é dos impostos dos portugueses. Porque motivo devem os meus impostos servir para tais actividades quando existe oferta do ensino público na zona?
  • Maria Deus Repolho
    21 mai, 2016 Leiria 16:19
    Embora sendo professora no ensino público, entendo a posição de Pais e Encarregados de Educação que pretendem, para os seus educandos, um ensino com maior rigor, disciplina e empenho dos estudantes. O problema essencial, quanto a mim, é que a sociedade começou a achar que os meninos devem fazer o que lhes apetece, que os professores não podem exercer autoridade nem exigir trabalho aos alunos, que o facilitismo ´deve imperar na escola para todos.... Como tal, há quem queira optar por soluções mais responsáveis. Afinal, que futuros dirigentes deste País queremos nós : gente birrenta, mal - educada e irresponsável ou pessoas com P , capazes de assumir um Portugal cada vez melhor? Os dois tipos de ensino deveriam assumir a mesma exigência e rigor. quem quer ensino de 1ª e de 2ª ??? Os políticos, em quem, com o nosso voto, delegámos escolhas acertadas, devem refletir conscientemente sobre todas estas problemáticas !!!
  • Maria
    21 mai, 2016 porto 15:11
    Mas isto não é a questão de querer andar no privado para todos os casos! O meu filho para o ano iria para um destes colégios. As alternativas: uma escola pública com lotação praticamente cheia a cerca de 7kms ou então 2 escolas a 20kms quando tinha uma opção a menos de 2 kms... Se os senhores pudessem obde punham as crianças? E esta escola desde a sua criação há mais de 40 anos acolhe todos os miúdos e agora nao vai puder porque tem que se cortar, então que se faz, corte na educação. Os salários altos é que têm de ser repostos... Estes casos deviam ser vistos com mais rigor e não à pressa, para se ser justo. E porque a escolha de uns e não ao outro. Terão sido justos os motivos ou a cor de camaras e amigos em certos sítios tiveram algum peso?