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Frio nas escolas? Ministro garante verbas para aquecimento

03 jan, 2018 - 13:21

Ministro da Educação reagiu à notícia sobre alegada falta de dinheiro para pagar contas de electricidade ou renovar material escolar.
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O ministro da Educação negou, esta quarta-feira, haver atrasos nas transferências de verbas de 2017 para as escolas e lembrou que os directores podem pedir reforços para pagar a electricidade e combater o frio nas salas de aula.

Tiago Brandão Rodrigues reagia assim à notícia do jornal "Diário de Notícias" sobre casos de escolas com falta de verbas para aquecer as salas de aula ou renovar material escolar por falta de transferência de verbas relativas a 2017.

No final de uma visita à Escola Básica dos Redondos, em Fernão Ferro, Seixal, para marcar o arranque do segundo período, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, foi confrontado com a denúncia de atrasos na transferência de verbas feita pelos dois presidentes das associações que representam os directores escolares.

"Isso não é verdade. O financiamento tem chegado às escolas. Obviamente que se faz por estimativa, mas temos articulado com as direções das escolas para que essa estimativa possa ser reforçada", garantiu o ministro, acrescentando que a sua equipa está ainda "a fazer chegar às escolas as verbas para 2018 para que as escolas possam ter o normal funcionamento".

Além disso, garantiu, "todos os directores têm tido a possibilidade de pedir reforços" ou verbas adicionais se sentirem necessidade de tal, pedido que é analisado pelos serviços do Ministério.

"É importante que todas as escolas estejam dotadas de todas as condições para que todas as actividades letivas e desportivas possam acontecer normalmente", sublinhou.

Tiago Brandão Rodrigues lembrou ainda a redução de verbas para a Educação nos Orçamentos de Estado do anterior Governo e a inversão dessa política desde que o actual Governo tomou posse: "Nós, no Governo e no ministério da Educação, temos feito um esforço de reforço".

O ministro sublinhou que houve um reforço de "mais 500 milhões de euros nos últimos três anos" no Orçamento do Estado para a Educação.

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  • 04 jan, 2018 12:52
    será mesmo verdade? o ministro, e o resto, não se dão conta do ridículo? Um país tão auspicioso (sem crise) necessita da "bondade" de um ministro para as crianças não terem frio na escola? Francamente. Há qualquer coisa que não bate certo...
  • Filipe
    03 jan, 2018 évora 16:34
    Dá que pensar em onde vivemos , talvez a anos luz de outros países ! Pois , os Portugueses adoram copiar modelos e gabar outros sistemas de ensino lá fora , como por exemplo o ensino na Finlândia , mas coitadinhos destes políticos travestidos de grandes mestres do ensino Português que oferecem aos estudantes em escolaridade obrigatória comida podre e instalações do tempo da outra senhora , se bem que no tempo da outra senhora ainda tinham lenha grátis para aquecer as salas de aula , nem precisavam de meter fogo nas matas . Olha lá senhor Ministro da Educação , na Finlândia os alunos andam com meias descalços na escola , não tem frio e tem boas notas , porque Vossa Ex.ª copia modelos lá de fora e depois o que oferece às crianças é um pouco de estrume e estábulos para o Estado os educar ? Porquê ???
  • XUXAS MANIPULADORES
    03 jan, 2018 Lx 16:20
    Frio nas escolas? Não há problema juntam-se todos perto uns aos outros e aquecem-se...A esquerda folclórica a destruir a escola pública...nem dinheiro para aquecimentos existe para os miúdos...Uma tristeza de gente esta mas para a função pública aparece sempre nem que tenhamos que nos endividar ainda mais...Ja vamos nos 243 mil milhões, coisa pouca....