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Renascença vence Excelência de Ciberjornalismo e mais dois prémios Obciber

06 dez, 2017 - 14:26

Observatório do Ciberjornalismo premeia a Renascença em três categorias: Excelência Geral em Ciberjornalismo, Reportagem Multimédia e Videojornalismo.
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A Renascença é a grande vencedora dos prémios de Ciberjornalismo 2017, um prémio organizado pelo Observatório do Ciberjornalismo (Obciber).

Das seis categorias possíveis, a Renascença levou a melhor – segundo a opinião do júri – em três: Excelência Geral em Ciberjornalismo, Reportagem Multimédia (“O país ardeu por dentro em Pedrógão Grande”) e Videojornalismo Online (“Fátima. Mistérios da Fé”).

Além do prémio maior que distingue todo o trabalho multimédia feito pela Renascença, o júri premiou um conjunto de reportagens sobre a tragédia de Pedrógão Grande assinadas pelos jornalistas João Carlos Malta e Joana Bourgard. Este trabalho junta os trabalhos feitos pelos dois jornalistas em texto, áudio, vídeo e fotografia, na semana que se seguiu ao fatídico 17 de Junho em que 66 portugueses perderam a vida devido aos fogos.

Na categoria de Videojornalismo, a reportagem assinada por Teresa Abecasis e Ricardo Fortunato recolheu o consenso entre o júri como a melhor entre os trabalhos a concurso no ano de 2017. “Fátima. Mistérios da Fé” é uma história com várias histórias dentro, com um denominador comum: a crença.

Lá podemos encontrar Elvira que veio do Uzbequistão até Fátima, onde descobriu a religião que lhe dá liberdade. Mas também João que se julgava o "dono do mundo", deu um tiro noutra pessoa e foi salvo pela fé. E há Maria, que trocou de vida numa semana: vendeu a casa para ter um quarto com vista para o Santuário de Fátima.

O comunicado da ObCiber destaca ainda o Jornal de Notícias (JN), que conquistou as restantes categorias em que poderia participar. É o caso de Última Hora, com “A tragédia de Pedrógão Grande”, e Infografia Digital, com “As 118 palavras em 36 discursos de Barack Obama”.

Nos trabalhos desenvolvidos por estudantes, a categoria Cibejornalismo Académico foi para o ComUM, com a reportagem “26 Km² de silêncio entre Portugal e Espanha”, assinado por Paulo Costa, Pedro Esteves e João Pereira.

À semelhança das anteriores edições, foram ainda anunciados os trabalhos que mais reconhecimento mereceram por parte do público – através de votação "online". Assim, a distinção de Excelência Geral em Ciberjornalismo foi para o "Público", a de Última Hora para a cobertura dos incêndios de “Pedrógão Grande” (Renascença), a de Reportagem Multimédia para “A República do Medo, imagens proibidas da Coreia do Norte” ("Correio da Manhã"), a de Videojornalismo Online para “Fátima. Mistérios da Fé” (Renascença), a de Infografia Digital "ex-aequo" para “As 118 palavras em 36 discursos de Barack Obama” (JN) e “Fátima em números” (Renascença), e a de Ciberjornalismo Académico para “3ª pessoa do singular” (JornalismoPortoNet).

Olhando para a galeria de todos os premiados, a Renascença conquistou 20 prémios, o "Jornal de Notícias" 13, o "Público" 11, o JornalismoPortoNet oito, o "Expresso" três, o ComUM dois, o PortugalDiário, o Sol e o Observador um.

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