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  • Ao 100.º dia, o gambito de Putin falhou

    Guerra na Ucrânia

    Ao 100.º dia, o gambito de Putin falhou

    03 jun, 2022 - 06:51

    As peças no grande tabuleiro de xadrez que a Ucrânia se transformou, desde 24 de fevereiro, ainda se movimentam. Putin arriscou muito, mais do que antecipara. Era suposto ser uma blitzkrieg de dois dias. Mas Zelenskiy e os militares ucranianos, com o apoio dos estados-membro da União Europeia e dos EUA, revelaram-se opositores de monta. Ao centésimo dia de guerra, deixou de ser claro quem irá desferir o xeque-mate. Quando e se o houver.
  • Portugal vai dar apoio financeiro de 250 milhões de euros à Ucrânia

    Portugal vai dar apoio financeiro de 250 milhões de euros à Ucrânia

    21 mai, 2022 - 16:43

    Perante os jornalistas portugueses, o primeiro-ministro disse que, desses 250 milhões de euros, 100 milhões serão transferidos ao longo deste ano através de uma conta da Ucrânia no Fundo Monetário Internacional ou por via de outros canais que a União Europeia venha a abrir para financiamento direto.
  • Portugal vai dar apoio financeiro de 250 milhões de euros à Ucrânia

    Portugal vai dar apoio financeiro de 250 milhões de euros à Ucrânia

    21 mai, 2022 - 16:43

    Perante os jornalistas portugueses, o primeiro-ministro disse que, desses 250 milhões de euros, 100 milhões serão transferidos ao longo deste ano através de uma conta da Ucrânia no Fundo Monetário Internacional ou por via de outros canais que a União Europeia venha a abrir para financiamento direto.
  • Mais de 1.700 militares ucranianos de Azovstal renderam-se

    Mais de 1.700 militares ucranianos de Azovstal renderam-se

    19 mai, 2022 - 10:00

    A informação ainda não foi confirmada por fontes oficiais ucranianas.
  • “Limpámos os campos de minas e mísseis e já estão semeados”. Como o agronegócio ucraniano resiste à guerra

    Renascença na Ucrânia

    “Limpámos os campos de minas e mísseis e já estão semeados”. Como o agronegócio ucraniano resiste à guerra

    11 mai, 2022 - 16:20

    Campos agrícolas minados, restos de mísseis no meio do milho e do trigo, trabalhadores a cultivar no intervalo dos alarmes aéreos. É a guerra vista a partir do sector agro-industrial ucraniano onde pontifica a Astarta. A empresa com sede em Kiev, uma das maiores desta área, viu tanques russos a entrar nalgumas propriedades, mas não regista grandes danos humanos ou materiais. A maior preocupação reside no fecho dos portos que obriga a uma forte pressão no armazenamento de cereais e outros produtos agrícolas nos silos da Ucrânia.
  • Atum, água e cobertores. Há uma carrinha portuguesa que alimenta os soldados na frente de batalha

    ​Renascença na Ucrânia

    Atum, água e cobertores. Há uma carrinha portuguesa que alimenta os soldados na frente de batalha

    06 mai, 2022 - 19:46

    A Renascença conversou com um luso-ucraniano que ostenta com orgulho a matrícula portuguesa na carrinha que utiliza para fazer chegar roupa, comida e todo o tipo de material de apoio necessário às tropas que estão mesmo na primeira linha de ataque face às posições russas no leste da Ucrânia. Assegura que não transporta armas, diz não ter medo mas já apanhou sustos. Assume esta missão como um “voluntariado militar” da qual as forças militares ucranianas dependem do ponto de vista logístico nos terrenos mais explosivos.
  • Anna, Nadja e Henrique. Três rostos da “beleza da língua portuguesa” em Kiev

    Anna, Nadja e Henrique. Três rostos da “beleza da língua portuguesa” em Kiev

    06 mai, 2022 - 08:45

    Já não há professores suficientes na capital para a procura de estudantes que em duas universidades da capital ucraniana escolhem o português como língua estrangeira e, por vezes, mesmo como primeira escolha, à frente do inglês, francês ou alemão. A Renascença observou como está a ser formada uma geração de estudantes especializados em tradução e interpretação que podem fazer a diferença no futuro das relações culturais e económicas entre os dois países.
  • Cruz Vermelha ucraniana sem capacidade para ajudar a maioria dos deslocados. "É sempre doloroso escolher aqueles que vamos apoiar"

    Cruz Vermelha ucraniana sem capacidade para ajudar a maioria dos deslocados. "É sempre doloroso escolher aqueles que vamos apoiar"

    04 mai, 2022 - 10:14

    A Cruz Vermelha da Ucrânia mantém a operação no leste do país. Apesar dos combates e dos bombardeamentos, a delegação ucraniana da organização está a ajudar nas evacuações de civis no DonBass, em particular na zona de Luhansk, e, mais a norte, ainda opera em Kharkiv, segunda cidade da Ucrânia, fortemente bombardeada. Entrevistado pela Renascença, o diretor-geral da Sociedade da Cruz Vermelha na Ucrânia revela que não há conversas com a congénere russa e gostaria de ter mais recursos para apoiar os deslocados ucranianos.
  • Autarca de Lviv à Renascença. “Esperamos 20 mil a 30 mil feridos nesta guerra”

    Autarca de Lviv à Renascença. “Esperamos 20 mil a 30 mil feridos nesta guerra”

    03 mai, 2022 - 08:59

    A Renascença voltou a entrevistar o presidente da Câmara de Lviv. Dois meses após uma primeira conversa em plena crise de refugiados, no início da guerra, Andrii Sadovi quer agora construir um centro nacional de reabilitação para que os feridos da guerra com a Rússia possam ser tratados em Lviv. O autarca rejeita a ideia de que os russos nunca irão invadir a cidade e defende que esta deve preparar-se para esse cenário.
  • Volodymyr, o português que ficou em Brovary a ver a guerra do nono andar

    Reportagem

    Volodymyr, o português que ficou em Brovary a ver a guerra do nono andar

    02 mai, 2022 - 21:41

    Esta é a história de um luso-ucraniano que primeiro quis sair e depois quis ficar na sua cidade numa das zonas de batalha com os russos às portas de Kiev. Assistiu aos combates de um nono andar enquanto o filho e a neta se refugiavam na cave . Foi um mês de alarmes, bombas e de falta de comida para muitos. Um mês depois do cerco a Brovary, este cidadão português prepara o regresso ao nosso país.
  • O dilema alemão. No meio da ponte entre a Rússia e a Ucrânia

    O dilema alemão. No meio da ponte entre a Rússia e a Ucrânia

    29 abr, 2022 - 14:55

    Primeiro, a Alemanha hesitou quando a Ucrânia pediu sanções mais severas contra a Rússia. Mais tarde, voltou a vacilar quando Kiev pediu artilharia pesada para combater os invasores russos. Só após semanas de pressão internacional, acabou por ceder. A Alemanha recusa-se a assumir uma posição de liderança, diz um politólogo à Renascença. Há vários motivos para isso.