Tal como outros países conhecidos como paraísos turísticos, as Maurícias têm sofrido muito com o confinamento, sobretudo em termos económicos. No plano sanitário as Maurícias tiveram um total de 355 casos e apenas 10 mortos, sem novos casos nos últimos dias.
Com o total de perto de 68 mil casos, a Holanda já registou mais de seis mil mortos, para uma população de 17 milhões de pessoas que, segundo a autora deste postal, têm todas o rei na barriga.
O Uzbequistão teve perto de 40 mil casos de coronavírus desde o início da pandemia, dos quais resultaram menos de 300 mortes. Neste postal um cientista explica como a comunidade foi mobilizada para encontrar soluções para travar o avanço da doença.
O Bangladesh é um país pobre, onde os católicos são apenas 0,2% da população. Ainda assim a Igreja está a fazer tudo o que pode para ajudar não só os seus fiéis, como a população em geral, a lidar com esta crise sanitária, que promete piorar nos próximos tempos.
Desde o início da pandemia morreram cerca de 2.500 pessoas na Escócia, uma fração das mais de 40 mil mortes no Reino Unido. Neste postal um jovem adepto de futebol conta como a sua paixão de visitar estádios para assistir a jogos ao vivo ficou suspensa por causa da Covid.
Com mais de cinco mil mortos desde o início da pandemia, a Argentina está muito longe dos números do Brasil e outros países da região. Para um português a viver há anos no país a Covid é apenas uma agravante de um problema mais grave, que é a política.
O Kosovo já registou mais de 10 mil casos de Covid-19, incluindo o primeiro-ministro, e contou mais de 400 mortos. Este postal foi publicado num jornal de língua sérvia na Páscoa, quando o confinamento estava no início. A Páscoa passou, mas o isolamento étnico entre albaneses e sérvios mantém-se tal como antes. Nem sempre foi assim.
A Tanzânia proíbe a divulgação de informação relativa à pandemia e não publica dados oficiais. O postal desta quinta-feira chega de um país onde a Covid foi derrotada por decreto.
Mais de 17 mil pessoas morreram de Covid no Irão, segundo dados oficiais, mas os números reais poderão ser muito superiores, segundo dados revelados recentemente pela BBC. Uma jovem iraniana escreve-nos a dar conta de como as sequelas da pandemia podem pôr em risco a própria sobrevivência do regime.
A chegada da Covid-19 ao Congo causou pânico, mas rapidamente os congoleses concluíram que até o novo coronavírus tem medo do ébola, e só afeta os ricos. O relato chega-nos de uma portuguesa que chegou a ter pânico do “animal”, mas começa a dar razão a um povo que “se não existisse, teria de ser inventado”.