Antigo primeiro-ministro pediu para ser ouvido antes de arrancar a fase instrutória do processo. À saída do tribunal, acusou o Ministério Público de lhe fazer "perguntas ridículas".
Debate que conclui instrução - fase em que será decidido se processo avança ou não para julgamento - tinha início marcado para janeiro de 2020, mas foi adiado pelo juiz Ivo Rosa.
O arguido disse ao juiz de instrução que pagou férias ao "amigo" Sócrates, em Portugal e no estrangeiro, num valor superior a 400 mil euros e que comprou 6.500 exemplares do livro do antigo primeiro-ministro para oferecer.
Carlos Santos Silva, suspeito de ser o "testa de ferro" do antigo primeiro-ministro, foi interrogado esta quarta-feira na fase de instrução pelo juiz Ivo Rosa.