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Francisco Sarsfield Cabral

Ensino profissional

opiniao francisco sarsfield cabral grande
A meta pode ser utópica, mas a intenção é boa.
24-08-2012 8:51 por Francisco Sarsfield Cabral
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As confederações patronais estão descontentes com o possível desvio de fundos comunitários da formação profissional nas empresas para o ensino profissional.

Ambas as coisas são necessárias, é evidente. E também se sabe que a utilização de dinheiros do Fundo Social Europeu para formação nas empresas nem sempre foi aplicado para os fins que lhe eram atribuídos.

Mas, para além das polémicas, há um ponto positivo na maior importância que o ministro da Educação quer dar ao ensino profissional. Será provavelmente utópica, pelo menos para este ano, a meta de Nuno Crato de ter metade dos alunos do ensino obrigatório no ensino profissional. Mesmo com os incentivos previstos.

Mas a intenção é boa: basta pensar como é difícil entre nós encontrar um canalizador, um electricista, um informático, etc., numa altura em que o desemprego nunca esteve tão alto – aí incluindo muitos licenciados.

No fundo, trata-se de reparar o enorme erro que foi, após o 25 de Abril, ter-se acabado com o ensino profissional por motivos ideológicos, erro depois disso apenas parcialmente corrigido.
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Comentários (1)
  • » António Lopes Ferreira, S. Paulo - Brasil, 25-08-2012 19:48

    É evidente o erro cometido ao se acabar com as Escolas Profissionais, só de cabecinhas de políticos de arribação foi possível pensar que o nosso país seria apenas formado por doutores e engenheiros. (Até os fizeram a martelo) Mas os erros não ficam por aqui: O acabar com as grandes Empresas de Metalomecânica cerceou Portugal de rendimentos que tanta falta nos fazem; Depois da sua extinção, agora serve para quê a formação se não temos empresas que absorvam essa mão de obra? Senhor ministro essa medida peca por tardia, mas sempre podemos exportar mão de obra mais qualificada segundo as diretrizes do nosso PM. António Zumaia
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