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Património religioso da Diocese de Bragança-Miranda integra Rota Turística

27 out, 2013 • Olímpia Mairos

O projecto contempla a criação de centros de informação turística, quiosque multimédia, site na internet, aplicação mobile e brochuras para turistas. Está a ser desenvolvido pelo serviço diocesano para a Pastoral do Turismo e aguarda financiamento do PRODER.

Património religioso da Diocese de Bragança-Miranda integra Rota Turística
A Diocese de Bragança-Miranda vai criar rotas turísticas do património religioso. O objectivo é dar a conhecer o “valiosíssimo património existente na região”, tornando-o em mais um factor de atracção de visitantes para o território.

O projecto está a ser desenvolvido pelo serviço diocesano para a Pastoral do Turismo e aguarda financiamento através do PRODER, no valor de 10 mil euros.

“Começa a chegar a hora de criar as rotas, de as divulgar”, refere o bispo D. José Cordeiro, salientando que quer contar com a colaboração de “vários especialistas para ajudar na criação das rotas, com várias propostas, para dar a conhecer a riqueza e a beleza do património”.

O programa delineado pelo serviço diocesano para a Pastoral do Turismo prevê o funcionamento de diversos itinerários temáticos. “A nossa ideia é fazer um roteiro por estilos de construção. Por exemplo, um roteiro das catedrais, um roteiro dos santuários, alguns percursos pedestres, e um roteiro ligado ao património imaterial, com base na lenda das sete irmãs que, localizadas em sete santuários diferentes, se avistam umas às outras e, diz a lenda, conversam todas as manhãs“, explica à Renascença Alexandrina Fernandes, responsável pela Pastoral do Turismo.

O projecto contempla a criação de centros de informação turística nas principais Igrejas da Diocese, um quiosque multimédia, um site na internet, uma aplicação mobile e brochuras para turistas.

Algumas destas medidas deverão entrar em funcionamento até ao final do ano, de forma a divulgar o património da Diocese e atrair visitantes aos Nordeste Transmontano.“A melhor forma de preservar qualquer tipo de património é usá-lo. Para podermos usá-lo temos que o divulgar, as pessoas têm que saber que património existe, para o conhecerem e se sentirem atraídas”, realça Alexandrina Fernandes.

Por sua vez, o Bispo da Diocese de Bragança-Miranda, D. José Cordeiro, acrescenta que “o património está bem recuperado e requalificado, em condições de ser bem apresentado e possibilitar também o desenvolvimento da região”, na medida em que “o turismo, por si, arrastará ao desenvolvimento de outros sectores da actividade económica e da cultura da região”.